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Lisboa

Diretor da Pastoral da Cultura em debate sobre "Os Desastres da Guerra", de Graça Morais

O diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura participa a 6 de abril num debate sobre a exposição "Os Desastres da Guerra", pintura de Graça Morais patente na Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, em Lisboa.

A sessão, que começa às 15h00 com uma visita à exposição orientada pela artista, prossegue uma hora depois com o colóquio "E depois da Guerra?", em que além do padre José Tolentino Mendonça intervêm Adelino Gomes, José Manuel dos Santos, Luísa Soares de Oliveira e Viriato Soromenho Marques.

No próximo sábado, 9 de março, está também prevista uma visita guiada por Graça Morais, a que se segue o debate "Que Guerra é esta?", com Guilherme d'Oliveira Martins, João Pinharanda, comissário da exposição, Paulo Moura e Raquel Henriques da Silva.

As pinturas, criadas a partir de fotografias da imprensa, pretendem ser um «grito de alarme» perante o que a artista transmontana considera ser a «desumanidade» existente no mundo.

Trata-se de «uma das exposições mais arrebatadoras que Lisboa tem visto, apesar dos apontamentos de esperança que se semearam aqui e ali, revelando o lado humano da guerra, através de reinvenções de Pietàs», refere Miguel Matos no site da "TimeOut".

«É através destas pinturas que faço uma reflexão profunda sobre a resistência de mulheres e homens que procuram o seu lugar na Terra, lugar no qual recusam a fatalidade do medo e a indignidade do mal», explica Graça Morais, citada pela página da revista.

Para o curador, João Pinharanda, «o discurso de Graça Morais coincide com a História»; «Usando as imagens dos perigos, dos medos e das sombras que cobrem os caminhos, nos entram em casa e nos assaltam nas ruas de todas as cidades do mundo, ela isola e destaca elementos, compõe situações novas de modo a sentir-se mais próxima de uma verdade trans-histórica».

«Se conhecermos a dureza dessa verdade profunda expulsaremos as sombras e venceremos os medos dos nossos dias de chumbo: é essa a vontade da pintora com a sua pintura», sublinha.

A exposição, inaugurada com a presença da está patente até 14 de abril.

 

 

 

Rui Jorge Martins
Vídeo: SIC
© SNPC | 03.03.13

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