Um pedagogo da democracia: retratos e memórias sobre o padre Manuel Antunes
É profundamente pertinente, mas mesmo assim aproximativa, a síntese lapidar de Jaime Gama no depoimento mais adiante transcrito; "Era um homem da Companhia de Jesus, mas não era inteiramente da Companhia de Jesus. Era um homem da Igreja, mas não era inteiramente da Igreja. Era um homem da Universidade, mas não era inteiramente da Universidade." Talvez o Padre Manuel Antunes afinal tenha sido em cada uma dessas dimensões por inteiro, na inteireza de uma pertença sem fissuras, mas à sua maneira, isto é, dialecticamente; ou seja, vivendo por dentro a tensão de todas as fronteiras, reconciliando com vida e saber a identidade e a diferença em todos os patamares da existência, e realizando, na esperança, a aliança dos contrários.
Václav Havel: história de liberdade semelhante a uma obra de arte
Havel atravessou a Porta de Ouro e entrou na igreja acompanhado pela mulher Olga, com quem casou em 1964. Antes de entrar na capela de São Venceslau, onde era esperado pelo bispo Jan Lebeda, Havel ajoelhou-se e fez o sinal da cruz diante do túmulo dos reis boémios e das relíquias de Santa Inês, recentemente canonizada por João Paulo II. A seguir, sob a esplêndida e enorme nave gótica, ressoaram as notas do “Te Deum laudamus” de Antonin Dvořák, interpretado pela Filarmónica de Praga.
Etty Hillesum: quatro vias para a espiritualidade cristã contemporânea
Ao refletirmos sobre ela, mais de sessenta anos após a sua morte e ao ouvirmos hoje a sua voz, temos de deixá-la interromper bruscamente as nossas vidas, e precisamos de escutar atentamente o seu convite a procurarmos um caminho mais verdadeiro e mais profundo. Há quatro áreas em que ela fala de modo particular. Primeiro, quebra o nosso ceticismo acerca da fé e convida-nos a acreditar de novo. Segundo, interrompe as nossas estreitas convicções acerca da própria religião, e convida-nos a rezar. Terceiro, interrompe os nossos ódios fáceis ao nosso inimigo, convidando-nos a ver. Finalmente, interrompe o nosso desespero acerca do futuro, e convida-nos a ser corajosos.
Cónego João Marcos: o ateliê como lugar de oração
«Este é um lugar de oração», diz o cónego João Marcos sobre o seu ateliê de pintura no edifício do Seminário dos Olivais, em Lisboa. «Eu não sou um pintor que é padre. Eu sou um padre que também pinta». «Não tenho ilusões de que grande parte do que faço fica ao nível do esboço.» «A beleza, para o cristianismo, não é um luxo». Por isso «um cristianismo que se expresse sem beleza nega-se a si mesmo.» «Quando fazemos o rosto de Cristo, o importante é isto: não é uma obra para nós vermos; vamos ao encontro de alguém que nos vê a nós.»
Recordar Ruy Cinatti
Completaram-se a 12 de outubro 25 anos da morte do poeta Ruy Cinatti. A sua visão surpreende ainda pela ousadia e actualidade. Com uma intuição de inspiração evangélica, e evocando a perspectiva ecuménica dum S. Justino - que pressupunha a existência de vestígios de Deus para lá das fronteiras do povo eleito e da Igreja -, o poeta coloca o dedo na ferida das sociedades contemporâneas ao eleger para questão fulcral da sua constituição a necessidade de se tornarem comunidades abertas e plurais, capazes de articular um sentido ético com a tolerância, e ambos com um desenvolvimento assente nos avanços das ciências e das técnicas. Excertos da tese de doutoramento do padre Peter Stilwell sobre o poeta, acompanhadas por fotografias tiradas por Ruy Cinatti em Timor.
António Lino Neto, um católico entre a Monarquia e a República empenhado na regeneração da Igreja e de Portugal
As suas intervenções públicas no início do século XX traçam, como resposta ao sentimento de decadência causado pelo Ultimato de 1890, uma regeneração nacional assente em três pilares: uma revitalização da Igreja Católica através de uma melhor formação do clero; uma reforma económica baseada no ressurgimento da agricultura; uma reforma da administração pública mediante a descentralização e uma transferência de poderes para os municípios.
Rui Chafes: Entre o céu e a terra (A história da minha vida)
Nasci em 1266, numa pequena aldeia, que já não existe, na Francónia, na Baviera. Os meus Pais eram muito pobres, de uma família de camponeses e artesãos, e a vida era extremamente difícil, tal como hoje a vida continua a ser difícil, mas de outra maneira e com outro tipo de privações e durezas. Éramos 9 irmãos e os meus Pais, como calculam, tinham muitíssimas dificuldades em levar uma vida em que fosse possível sustentar aquela enorme família no miserável meio rural em que nos encontrávamos.
Francisco Sousa Gomes: evocação no centenário da morte
Ser católico por cumprimento de deveres de civilidade quando se canta um «Te Deum» oficial ou se enterra algum amigo nosso; por curiosidade de bom-tom quando vamos à missa da moda ou a alguma festa que meta boa música e sermão com muitas flores de retórica – não basta! Esse é catolicismo à flor da pele que não serve para nada, e que até me é menos simpático do que a irreligiosidade declarada mas cortês.
Assunção Cristas: «Ser católico é aprender a dizer sim muitas vezes»
«A passagem da Bíblia em que Maria diz sim ao anjo sem saber bem ao que vai é uma coisa que os católicos aprendem de pequeninos. Eu procuro interiorizar isso.» Em entrevista à edição de 2 de julho do semanário “Expresso”, a ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território fala sobre a herança que a educação cristã legou à sua participação na vida política.
Tomás Luis de Victoria
Sobre Tomás Luis de Victoria escreveu o padre Otaño que a sua inspiração «é antes de tudo religiosa, católica por todos os poros; de um misticismo infinitamente mais concentrado e luminoso que o de Palestrina, parecido com o de São João da Cruz, nas estilizações do seu pensamento transfigurado». Recebeu sólida formação musical sob vários maestros, entre eles, muito provavelmente, Cassimiri e Giovanni Pierluigi da Palestrina.
Graça Morais
Em 1956 parte para Moçambique onde, segundo a própria, fez as primeiras amigas e o pai lhe deu a primeira caixa de aguarelas. Mas dada a resistência de sua mãe ao clima moçambicano voltou para Vieiro em 1958, e no ano seguinte passou a frequentar o colégio de Vila Flor. No ano de 1961 ingressou no liceu de Bragança, onde continua a crescer o seu gosto e dedicação à pintura. Em 1963 com 15 anos, dedica-se à pintura a óleo mas ainda ao nível da imitação. É nessa altura que passa a pertencer à Juventude Estudantil Católica (JEC).
Antero de Quental
Assim se expressa José Calvet de Magalhães sobre a origem de Antero de Quental: «Nessa mágica ilha de S. Miguel, coberta de prados verdes, de tufos de hortênsias azuis orlando os caminhos, de lagoas profundas e misteriosas e de vulcões adormecidos, nasceu, em 18 de abril de 1842, Antero de Quental, um homem estranho, física e intelectualmente, cujo nome ficaria na história como um dos grandes poetas nacionais».
José Marinho: Filosofia em português
Em “Aforismos sobre o Que Mais Importa” escrevia José Marinho: «Ao homem que considera o mistério da vida isso não será inútil se não fica no pávido sentimento de que não compreende, mas se do pressentimento da verdade oculta passa ao esforço por a desvendar e conceber e se da intuição dum ser possível passa ao esforço por o ser (…)». No ano de 1961 publica uma das suas maiores obras, sob o título “Teoria do Ser e da Verdade”, procurando evidenciar os pressupostos ontológicos da Filosofia enquanto processo de libertação espiritual.
Dietrich von Hildebrand: A força da transformação
Na obra “Transformação em Cristo”, Dietrich von Hildebrand escrevia que « (…) só podemos ser transformados em Jesus Cristo se nos perdermos, por assim dizer, contemplando-O. Somente se amarmos e adorarmos o Senhor, podemos ser incluídos na Sua vida. E esta vida sobrenatural não pode prosperar por si mesma, sem que nós ponhamos algo da nossa parte». O encontro com Jesus exige a liberdade, exige a decisão quotidiana por ele. Esta convicção marcará o pensamento e a vida do autor.
Hanna Arendt: um pensamento situado
No início dos anos 30, quando os judeus começam a ter problemas na Alemanha nazi, começa o seu interesse pela política. Mas em 1933 Hannah vê-se forçada a partir da Alemanha com a sua mãe (já que o pai tinha morrido em 1913) para Paris onde permanece de 1933 a 1939. Durante este período Hannah Arendt trabalha com organizações judaicas para os refugiados e continua o seu estudo sobre o romantismo alemão.
José Augusto Mourão: O vazio verde
Por alguma razão, ele nunca foi um criador confortável, nem para o campo católico, nem para os parâmetros da cultura dominante. Os ouvidos crentes só a custo se abriam, porque ele operava com uma gramática inusual e exigente, buscava metáforas vivas, que é como quem diz, novas metáforas. Do mesmo modo, ele nunca obteve a visibilidade que certamente merece da parte da cultura.
Poesia: António de Navarro
Escrevia António de Navarro em «Ode à Manhã»: «Nas grandes manhãs…/Nas grandes manhãs/ que nos acordam para a eternidade/ que se desfaz e recompõe/ no hino transitório e sem fim do nosso sangue…/».
Karl Popper: a lógica da Filosofia
Os anos de 1922 a 1924 são ainda mais importantes para Popper, como confessa na autobiografia, quando se torna aprendiz de um velho marceneiro de Viena, de seu nome Adalbert Pösch. «Acredito que aprendi mais sobre teoria do conhecimento com o meu querido e omnisciente mestre Adalbert Pösch do que com qualquer um dos meus professores. Ninguém como ele fez tanto para me tornar num discípulo de Sócrates», escreveu.
Daniel Faria: A magnólia «maior / e mais bonita do que a palavra»
Os poemas de Daniel Faria apontam, muitas vezes, a anterioridade de uma meditação em que o silêncio é condição inalienável de uma aprendizagem que passa pela escuta, assim sugerindo que o poema transpõe o silêncio para uma forma que o torna legível. As suas imagens apresentam, ou revelam, esse lado de lá da linguagem, esse outro lugar onde não seria possível falar porque ele é o verbo absoluto.
Bernard Lonergan: uma filosofia integral
O ano de 1904 viu nascer na Alemanha o grande teólogo Karl Rahner, mas do outro lado do Oceano Atlântico, em Buckingham, na região do Quebec, cidade situada entre o Canadá e o Estados Unidos da América, nascia outro grande teólogo e filósofo do século XX, de seu nome Bernard Joseph Francis Lonergan, cujo reconhecimento foi prestigiosamente consagrado recebendo quatro prémios internacionais pela sua produção filosófica e teológica e ainda dezassete doutoramentos “honoris causa”.
Simone Weil: uma filosofia mística
A solidariedade prática de Simone Weil tornou-se ainda mais efetiva quando, em 1934, se torna operária de uma fábrica e experimenta o que é passar fome, o cansaço, a desumanidade de alguns responsáveis e ainda a angústia de estar desempregada. Esta experiência, ainda que não muito longa, marcará para sempre o resto da sua breve vida. Quando em 1936, estala a guerra em Espanha, parte para a frente em Barcelona, mas um acidente causado devido à sua inexperiência faz com que seja imediatamente evacuada.
Romano Guardini: um príncipe do espírito
Terminados os estudos, regressa a Mainz volta a Mainz. Nesse tempo vivem-se os anos da chamada “renovação litúrgica”. Guardini já havia escrito, durante a I Guerra Mundial (1914-1918) a sua obra magistral intitulada “O Espírito da Liturgia”, que terá uma influência enorme nessa reforma.
Leonardo Coimbra: Deus, o constante presente
Podemos concluir que a filosofia de Leonardo Coimbra será atravessada pela teologia, como radicalização do pensar filosófico, pois, ainda sobre a questão de Deus em Leonardo Coimbra, escreve Pinharanda Gomes: «No pensamento expresso de Leonardo Coimbra, Deus é imenso: está em toda a parte (…) A teologia surge como um interior da filosofia (…) A teologia não é outro campo a par da filosofia; a teologia é um elemento, ainda que soerguido, da paisagem da filosofia».
Maria Gabriela Llansol: um "logos" de luz e de noite
Lembra-me que ela suscita uma espécie de representações, de imagens, como se nós tivéssemos, através da sua leitura, a ideia de penetrar num espaço que não é talvez deste mundo, sendo um dos textos mais penetrados de todos os sabores deste mundo. (...) É uma descrição do mundo extraordinariamente visceral, e ao mesmo tempo virtual e imaginária, como não há outra na literatura portuguesa.
Sampaio Bruno: A Ideia de Deus
No ano de 1902 é publicada a sua maior obra: “A Ideia de Deus”. Também neste ano de 1902 é acusado por Afonso Costa, no Congresso Republicano em Coimbra, de escrever artigos não republicanos na imprensa democrática, ou seja, Afonso Costa referia-se aos artigos escritos por Sampaio Bruno na “Voz Pública”. A relação ficou de tal modo tensa e crispada que “A Voz Pública” no dia 12 de janeiro publicou uma notícia com a suposta agressão e tentativa de homicídio perpetrado por Afonso Costa contra Sampaio Bruno.
Teilhard de Chardin: um filho do Céu e da Terra
Jesuíta, teólogo e paleontólogo, o padre Teilhard de Chardin no livro a “A minha fé” dirá que «A originalidade da minha crença está em possuir as suas raízes em dois domínios de vida habitualmente considerados antagónicos. Por educação e formação intelectual, pertenço aos “filhos do Céu”. Mas, por temperamento e pelos estudos profissionais, sou um “filho da Terra”».
"É importante sermos crentes originais"
"É sagrado tudo aquilo que dá a ver o ser humano no seu estremecimento. Nesta coisa que é quase original de cada um de nós nascer a cada momento. A aflição, o tumulto, a convulsão, que mesmo quando estamos quietos parece que se adivinha, e que um poema tem obrigação de mostrar nitidamente." Entrevista do padre José Tolentino Mendonça ao jornal "i".
Dietrich Bonhoeffer: Ser em Cristo
Em Londres Dietrich, é ministro em duas congregações e colabora na organização da Igreja Confessante, que reúne um terço do clero protestante. A Igreja Confessante constituía uma resposta crítica a Hitler e a algumas fações da Igreja luterana que cedo se sujeitou a Hitler. No ano de 1935 Bonhoeffer, regressa à Alemanha, passando a lecionar quer em Berlim quer no seminário da Igreja Confessante em Finkenwalde, cujas atividades foram refreadas pelos nazis em dezembro desse ano.
Jean Daniélou: Um regresso às fontes
Dado que o seu interesse intelectual e académico versava sobre os Padres da Igreja, Daniélou dá início em 1941, com o padre Henri de Lubac, à coleção “Sources chrétiennes”, cujo primeiro volume foi “sobre a vida de São Gregório de Nissa.
Gabriel Marcel: Existência como mistério
Gabriel Marcel começa a estudar Filosofia no ano escolar de 1905-1906, tendo-se depressa apaixonado pela “matéria”. Após terminar o ensino secundário, inscreve-se na Sorbonne, onde prossegue o estudo da disciplina. Assistiu às aulas de Péguy, Maritain e Bergson, o professor que mais o marcou. Como era também dramaturgo, Gabriel Marcel publica em 1911 a peça “La grâce” e em 1913 “Le palais de sable”.
Bernard Häring
Häring nasceu a 10 de novembro de 1912 em Württemberg, Alemanha. Com doze anos entra no seminário, pois desejava ser missionário, como os jesuítas Francisco Xavier e Mateus Ricci. A sua decisão vocacional concretiza-se em 1933 e, apesar da sua sedução pela Companhia de Jesus, entra nos Redentoristas, onde tinha estudado. Nesse tempo manifestou ao superior que gostaria de ser missionário no Brasil. Os seus caminhos, contudo, haveriam de ser outros.
Henri de Lubac
O padre Henri de Lubac foi um dos grandes teólogos do século XX e incorporou a chamada Nova Teologia. Em 1942 dirá numa lição que «toda a natureza é infinitamente vasta e um diverso símbolo através do qual a Face de Deus é misteriosamente refletida. Um homem é religioso ao ponto de reconhecer em toda a parte o reflexo desta divina Face, isto é, de que vive numa atmosfera religiosa».
Edith Stein: a palavra da Cruz
Deseja entrar no Carmelo mas por conselho de alguns amigos sacerdotes, e por respeito à mãe, não o faria de imediato. Nos anos seguintes tornou-se professora no colégio das dominicanas, em Speyer. Nesse tempo traduz as cartas e os diários de Newman, além de São Tomás de Aquino. Desta maneira, mudava o seu pensamento filosófico e aproximava-se cada vez mais e com mais profundidade do cristianismo.
Yves Congar: entre a paciência e a esperança
A sua vida foi como a do sementeiro paciente que soube aliar à paciência e à cruz a virtude da esperança: «A cruz é a condição de toda a obra sagrada. Deus está no trabalho, que nos parece uma cruz. Apenas por seu intermédio as nossas vidas adquirem uma certa autenticidade e profundidade… Só quando um homem sofreu pelas suas convicções é que ele reconhece nelas uma certa força, uma certa qualidade do inegável, e ao mesmo tempo, o direito de ser ouvido e respeitado».
Maurice Blondel: o pensamento da ação
Diz-se que o seu pensamento filosófico influenciou a teologia contemporânea, bem como o próprio Concílio Vaticano II (1962-1965), uma vez que focou a relação entre a história e a verdade, entre o homem e a graça por meio de uma inclusão originária na qual o verdadeiro real é o sobrenatural, isto é, a comunicação com Deus.
Paul Claudel: a poética de Deus
Sobre a inspiração poética disse Paul Claudel: «o talento poético, a inspiração poética, é como a profecia, uma graça». Para este poeta, diplomata e dramaturgo do século XX, o grande motor da poesia, dado pela religião a par com o «significado» e a «dramática», é o «louvor», uma vez que ele representa a «mais profunda necessidade da alma, a voz da alegria e da vida».
As armas desarmantes de Adília Lopes
É este o preço que Adília Lopes tem pago, mesmo junto de quem leva inteiramente a sério a sua poesia: é que, de uma maneira ou outra, enquanto figuração autoral que consente uma leitura autobiográfica, Adília Lopes apresenta-se sempre desarmada pela sua sua imagem de anti-poetamenina. E todavia, esta condição desarmada de Adília Lopes também é a sua arma mais desarmante.
Henri Bergson: O riso da Filosofia
As minhas reflexões levaram-me cada vez mais perto do Catolicismo, onde vejo o acabamento completo do Judaísmo. Ter-me-ia convertido, se não tivesse visto preparar-se desde há anos (…) a formidável vaga de antissemitismo que vai desabar sobre o mundo. Quis ficar entre os que serão amanhã perseguidos.
Edward Schillebeeckx: um teólogo feliz
Corria o ano de 1993, e em entrevista dada a Francesco Strazzari, o “teólogo de Nigema” Edward Cornelis Florentius Alfonsus Schillebeeckx, dizia: «Nos dois aspetos do meu pensamento teológico, o crítico e construtivo, quis testemunhar aos demais a esperança e alegria que há em mim: Sou verdadeiramente um homem feliz».
Karl Rahner: «Vou para a cama cedo e sou um pobre pecador»
Um aluno, ao falar deste eminente teólogo do século XX, disse: «um professor ao qual me podia confessar». Foi não só um grande teólogo como um notável pregador. Esteve diante e falou para vastas audiências universitárias pelo mundo fora, superiores de ordens religiosas, jornalistas, associações de esposas e mães, congressos pastorais, sociedades de filosofia, sociólogos, e dedicou muito do seu tempo em obras de caridade para com os mais fracos e pobres.
Hans Urs von Balthasar: uma teologia polifónica
Balthasar relembra que enquanto os companheiros jogavam futebol, ele juntamente com Daniélou, Bouillard e outros, liam Orígenes, Gregório de Nisa e Máximo. Nestes anos descobre também os grandes poetas franceses como Claudel, Péguy, ao qual dedica páginas, e Bernanos sobre o qual escreve um grosso volume.
Jacques Maritain: Filosofia ou o amor da verdade
Em 1910 publica o seu primeiro artigo “A ciência moderna e a razão”, e também o seu primeiro volume «a “Filosofia bergsoniana”(1914), que representa o manifesto do renascimento tomista na França. Torna-se então professor de filosofia do Instituto Católico de Paris. Em 1920, inicia as reuniões de onde nasceram os “Círculos Tomistas”, confiados à direção espiritual do Padre G.-Lagrange. Publica juntamente com Raïssa, “Vida de oração”(1922).
Sophia: «Convém tornar claro o coração do homem / E erguer a negra exatidão da cruz / Na luz branca de Creta»
A poesia de Sophia é «assertivamente cristã», sendo simultaneamente influída “pelo mundo antigo, que respira fundo o sentimento pagão”, entendido como a “perceção direta e objetiva da natureza”. A novidade é que esta convivência dos deuses pagãos com o Deus do cristianismo «não decorre de uma atitude estética nem de uma estratégia literária».
Santa Lourdes Castro
Lourdes Castro testemunha que a arte é uma atividade humana total, que mergulhar nos meandros da criação é também maturar nos meandros do conhecimento de si e, contra uma errada gramática que a modernidade faz vingar, não se pode insistir na rutura entre a construção da obra de arte e a construção do sujeito que cria. Ou melhor: até se pode. E há obras geniais (e também muito menos que isso) que brotaram dessa cisão. Mas não é esse o endereço, nem a teimosia de Lourdes Castro.
Emmanuel Levinas e a noção de "Rosto"
Apesar da marcada influência da cultura e religiosidade judaica o pensamento de Lévinas tem inúmeras articulações com o cristianismo. E talvez a mais saliente se condense na noção de "rosto", por ele inaugurada, qual eixo e matriz do seu pensamento.
Poesia: A noite abre os olhos de José Tolentino Mendonça
O livro "A noite abre meus olhos”, poesia reunida de José Tolentino Mendonça, foi lançado esta 2.ª feira, em Lisboa. "Estou aqui para entrar na noite – porque esse é o espaço da experiência mais vezes convocado – com a pouca luz dos pirilampos com que se ousa atravessar o escuro", escreve José Augusto Mourão no texto de apresentação, que transcrevemos.
Poesia: Cristovam Pavia
Se fizer um pequeno esforço levanto-me e caminho no ar /
Porque o meu Deus dá-me forças já não minhas. /
Se fizer mais um pequeno esforço tudo se transformará em verdadeiro prazer /
E em cada gota de suor, em cada brilho frio nas gotas de suor /
Rodará um mundo fresco como um leque que se abre. /
Se fizer um último esforço será a vertigem, talvez a deliciosa vertigem. /
E depois não interessa o que virá. /
Creio neste amor angustiado.
D. Manuel Clemente: Portugal é um cais onde se chega e donde se parte
O bispo do Porto remete tudo à pessoa e às pessoas. O confronto mundial entre culturas diferentes ou o imperioso reconhecimento que temos de fazer de nós próprios, enquanto portugueses. Como sair deste "tempo de escombros"? Entrevista ao "Público".
António Manuel Couto Viana
António Manuel Couto Viana, poeta, contista, ensaísta, ator, dramaturgo, encenador e figurinista, morreu em Lisboa no dia 8 de Junho, faz hoje um mês. “Sou uma pessoa de fé, por isso, não posso com a falsidade, com o artifício, com essa parte hipócrita da Religião. Agora, não faço entrevistas à Rainha Santa Isabel nem anedotas com a Última Ceia”, afirmou numa entrevista concedida em setembro de 2009.
Ser padre é ser totalmente de Deus
Ordenado padre há cinco dias pelo cardeal patriarca de Lisboa, Nuno Fernandes descreve os receios e as esperanças desta nova fase da sua vida. Aos 37 anos, não se pode dizer que a sua caminhada tenha sido simples. Educado numa família católica, afastou-se da Igreja durante a adolescência. O regresso à casa do Pai deu-se através de um convite e do exemplo de um padre jovem numa terra vizinha.
Guerra Junqueiro: muito mais que um poeta
O resultado de "À volta de Junqueiro" é uma espécie de fresco polícromo de leituras e análises que permitem revisitar uma das figuras eminentes do final do século XIX e início do século XX, assim resumida por Eduardo Lourenço: “uma figura mais complexa do que na actual visão do nosso passado poético dos últimos cem anos se diz”.
Ser padre é ser educador
O Pe. José Lopes formou-se em direito, em Coimbra, antes de decidir seguir a vida religiosa. Ingressou na Companhia de Jesus e, como parte da sua formação, passou algum tempo a trabalhar no Colégio da Imaculada Conceição, em Cernache, uma das três escolas que os jesuítas possuem em Portugal. "Um educador deve ser um servidor, no sentido que se semeia. Quem colhe, não é connosco. A nossa alegria tem de ser essa."
A rebeldia de Bento XVI
O que se sente com Bento XVI, quer se trate da escolha de um chapéu ou do tema a tratar em ocasiões tão extraordinárias como a ida ao campo de concentração de Auschwitz ou à cátedra da Universidade de Ratisbona, é que o cristianismo não é um parque jurássico, uma ideologia religiosa, um corpo de apparatchiks: o cristianismo está vivo, ancora-se numa experiência espiritual e histórica, é legível à razão, interroga-se à luz de uma tradição teológica, debate-se com o presente das múltiplas culturas, confronta-se, aprofunda-se.
Ser padre é ir para a guerra
A quem aponta contrariedades entre servir a Cristo e ao Exército, o Pe. Constâncio Gusmão responde: "Eu vou acompanhar os homens, não vou fazer a guerra".
Ser padre é seguir Cristo
O humor é a forma escolhida pelo Pe. Ivan Hudz para lidar com a confusão que surge diariamente entre quem desconhece que além da Igreja Romana, que abrange mais de 90% dos católicos de todo o mundo, há cerca de duas dezenas de Igrejas Orientais que, tendo as suas próprias tradições, liturgias e hierarquia, se encontram em plena comunhão com o Papa.
Alexandre Herculano nasceu há 200 anos
“No seu lugar têm-se pretendido colocar um recitador de frases acacianas, emoldurado no ‘isolamento’ da Ajuda ou de Vale de Lobos, tão inofensivo como as cinzas que os turistas visitam no mausoléu dos Jerónimos”. Assim referiu António José Saraiva o incompreensível biombo de indiferença que tem escondido a personalidade rica e multifacetada de Alexandre Herculano (28.3.1810 – 13.9.1877), que é indubitavelmente uma das grandes e perenes referências da história cultural portuguesa.
A espiritualidade dos Padres do Deserto
Em torno destes grandes leões jacentes do espírito, o mundo das formas, tal como o da palavra, é praticamente abolido e torna-se mais terrivelmente violento. Os seus objectos heráldicos — o saltério, o cinto de couro, o manto de pele, o cesto de vime, a tigela, os pequenos pães, o sal — juntam-se numa solidão quase ameaçadora, como ossos de dinossauro, na luz secante, na sombra total. As sentenças são dardos com pontas de ferro que zunem longamente nos ares antes de atingirem verticalmente o coração do discípulo. E nesses corpos, radicados no céu, existe uma força que espanta: visionários e taumaturgos sujeitos à tentação até chegarem aos cem anos, frágeis rapazes que escavam nas montanhas.
Uma mulher aos pés de Jesus
O terceiro Evangelho - Lucas - é aquele que guarda mais relatos de mulheres: é, por exemplo, o único que conta a história de Isabel, Maria, Ana, a viúva de Naim, Maria Madalena, Joana, Susana e as outras mulheres que seguiam Jesus, Marta e Maria, a mulher encurvada, a mulher que procura a moeda perdida, a viúva insistente, as mulheres de Jerusalém que chora atrás da cruz. Para lá daquelas mulheres cuja referência partilha com os outros Sinópticos, como é o caso da sogra de Simão, a hemorroíssa e a filha de Jairo, a viúva que dá tudo quanto tinha para o tesouro do Templo, as mulheres galileias que descobrem o túmulo vazio.
Ser padre é orar e trabalhar
O P. Lino Moreira nasceu em 1964. Aos 18 anos entrou no mosteiro de Singeverga. Fez os votos solenes no primeiro dia de 1989. Correspondendo ao lema dos beneditinos, “Ora et Labora”, os religiosos desta Ordem têm na oração e no trabalho o centro dos seus dias.
Bento XVI: Um pensamento para o nosso tempo
Se o novo Papa, por temperamento e opção, é extremamente afável, humilde e conciliador na vida do dia-a-dia, é, contudo, combativo e mesmo polémico quando se trata de procurar a verdade. Leia quatro excertos da obra.
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Ser padre é ser missionário
"Ser padre é ser um ministro de Deus neste mundo. E através do meu ministério abraçar o mundo, como abraço a Deus. Ajudar a Deus a chegar àqueles lugares onde Ele gostava de chegar."
D. António Barroso, Réu da República
Raras figuras da nossa história religiosa catalisam, como D. António Barroso, a densidade das características do seu tempo, permitindo no percurso da sua vida reunir os grandes debates de um arco de tempo significativo. Situamo-nos na emergência da acção missionária nos territórios coloniais portugueses, na mudança de regime de Monarquia para a República e na intensificação da vida pastoral das dioceses, prosseguindo caminho aberto desde os anos 70 do século XIX. Leia a «Abertura» e um excerto da obra.
Sophia, uma devoção intensa
Evocação de Sophia, de Alberto Vaz da Silva, é um livro belíssimo feito de uma devoção intensa em relação a uma das pessoas mais extraordinárias da cultura portuguesa contemporânea.
Deus é um luxo
Abusou-se de Deus, da palavra Deus, no sentido de que Deus foi funcionalizado, posto em função do homem, da sociedade, da natureza... Ora, a natureza, o homem e a sociedade não têm necessidade de Deus para serem o que são. Mas, por outro lado, o luxo da nossa vida humana é, por exemplo, poder receber um ramo de flores. Não é uma necessidade. É um gesto completamente gratuito. É essa a grande experiência humana.
Razão e fé no pensamento de Santo Agostinho - Em memória do P. Manuel da Costa Freitas
Tinha uma vasta produção na área da filosofia, tendo estudado a cultura portuguesa e a espiritualidade. Rezava ao ateu “São Nietzsche”, como dizia provocatoriamente aos alunos. Homem bom e íntegro, na expressão dos que com ele privaram, o padre Manuel Barbosa da Costa Freitas, professor jubilado da Universidade Católica Portuguesa, morreu a 2 de Janeiro.
Reportagem «Vidas de Silêncio», sobre a vida das Carmelitas, vence prémio de jornalismo
Nos dias de hoje, o que leva uma mulher a fazer uma escolha radical e entrar num mosteiro de clausura? A Renascença viveu o dia-a-dia das Monjas Carmelitas Descalças. No Mosteiro de Bande testemunhou uma vida de oração, solidão e partilha.
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Obra sobre António Lino Neto evoca acção de um católico no Parlamento da I República
"É muito oportuno, no actual contexto, recordar os vultos fundadores da República. E é oportuníssimo juntar aos habituais outros menos lembrados, que deram uma contribuição essencial para que o regime não se esgotasse na sua primeira vigência", escreve D. Manuel Clemente no prefácio deste volume.
O "Lugar de Estudo" de Fernando Echevarría
Por trás do céu há o céu inteligível. /
E, por trás deste, um céu aberto /
a abrir-se ainda, sem qualquer limite, /
mas puxando após si o pensamento. /
Ou, se quiserem, o feliz requinte /
de alargarem a paz a um céu inédito /
onde o reino profundo do invisível /
funda o visível no fecundo aspecto /
de ímpeto.
Evocação de Sophia
Este é, se quisermos, um livro sobre jardins. Os que nos precedem, os que formam sem sabermos a nossa alma e os seus declives, os que silenciosamente se avistam nas várias formas de grafia, desde aquela que cintila na vastidão silenciosa dos céus (e que também nos pertence), à nossa grafia íntima, feita de arranhões, de registos digitais, de textos, crateras.
O Evangelho das imagens [30.12.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Ser padre é formar novos padres
O Pe. Ricardo Neves tem 37 anos, 12 deles como sacerdote. Enquanto vice-reitor do seminário de Caparide, em Cascais, carrega a responsabilidade de formar uma parte do futuro clero do Patriarcado de Lisboa.
O Evangelho das imagens [29.12.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [28.12.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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"As coisas do mundo dizem-nos tão pouco..."
Pela primeira vez em 37 anos, as Clarissas do Mosteiro de Santa Clara, em Monte Real, aceitaram receber uma jornalista. A vida de 27 mulheres cruzou-se “por vontade de Deus”. A mais nova tem 22 anos; a mais velha 86. Em comum têm um mesmo desejo: seguir Jesus da forma mais radical que a Igreja prevê – a clausura.
Igreja deve ser sinal de esperança
Em entrevista ao programa «70X7», D Manuel Clemente sublinha que a Igreja está atenta aos problemas da sociedade e quer ser sinal activo de esperança.
O Evangelho das imagens [23.12.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um louvor à tolerância e à intervenção social
Atento, desperto para o acontecimento cultural português e do mundo, disponível para o diálogo na diversidade, mesmo se não abdica de princípios fundamentais, interveniente, apaixonado pela história, sobre a qual fala com a lucidez e a profundidade de um filósofo, eis o retrato breve de D. Manuel Clemente, bispo do Porto e Prémio Pessoa 2009, tal como é feito pelos que lhe são próximos ou à distância lhe seguem o percurso e o conjunto da obra.
O Evangelho das imagens [14.12.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [10.12.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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António Lobo Antunes: De profundis
A minha relação com Deus tem sido sempre tumultuosa, cheia de desacordos e discussões: longos períodos em que me afasto, alturas em que me aproximo, amuos, quase insultos, discussões. Creio firmemente que, nos livros que escrevo, é Ele que guia a minha mão e não passo de um instrumento da Sua vontade.
O Evangelho das imagens [7.12.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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«A fé é claramente nocturna»
José Tolentino Mendonça. É como se fosse também ele um pescador, tal como o pai, a quem ouvia ler a Bíblia na infância. Pescador de palavras, avaliando-as num fio de voz tranquilo e sereno, ao surgirem, hesitantes. De repente, num instante de maior eloquência, chegam em cardume. Na maior parte do tempo vêm uma por uma, rodeadas de silêncio. Fecha os olhos para as procurar melhor e, durante a conversa, há alturas em que é como se estivesse a ditar um texto a ser-lhe soprado ao ouvido. Leia a entrevista à revista «Ler».
O Evangelho das imagens [3.12.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [2.12.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [30.11.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Ser padre é estar presente
"Há pessoas a quem disseram «não vive mais do que x tempo» e que, pela fé, pela oração, estão aí hoje. Os hospitais são canteiros de milagres." P. Albino Reis, capelão do Centro Hospitalar de Vila Nova da Gaia.
O Evangelho das imagens [26.11.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Dobra: Poesia reunida de Adília Lopes
Deixa / o dia de ontem / com Deus // E vive / em paz / a espera
O Evangelho das imagens [17.11.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [16.11.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [11.11.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Sessenta anos a semear
O P. António Gomes Ferreira nasceu em 1924. Foi ordenado padre em 1949. Desde 29 de Outubro desse ano que está no Seminário Menor de Nossa Senhora da Conceição, em Braga. Por ele passaram 5937 alunos. Continua, ainda hoje, a dar aulas de apoio de matemática aos seminaristas.
O Evangelho das imagens [09.11.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [23.10.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [22.10.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Ser padre é ser bom padre, bom marido e bom pai
O P. Saul de Sousa nasceu em 1923 nos Açores. Aos 7 anos converteu-se, com a família, à Igreja Presbiteriana.
Anos mais tarde, casado e com três filhos, pediu para ser aceite na Igreja Católica. Foi ordenado em Maio de 1971 pelo cardeal António Cerejeira. Morreu a 11 de Outubro de 2009.
O Evangelho das imagens [20.10.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [19.10.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [16.10.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [15.10.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [13.10.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [09.10.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [08.10.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [07.10.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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«Há uma desmesura que nos explica como portugueses»
Em qualquer acontecimento, há uma certa decepção do que se faz, uma vontade de se fazer e uma nostalgia de uma grandeza que nunca se atingiu. Isto é o português. A saudade – que tem sentimentos congéneres – vem da desmesura. As pessoas têm um ideal para o país que é muito maior do que o seu esqueleto. Entrevista de D. Manuel Clemente ao "Público".
O Evangelho das imagens [28.09.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [25.09.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Ser padre é dar Jesus
«Quem é que toma conta disto? Se fosse eu, já tinha ido tudo à falência.»
Na terceira entrevista da série «Ser padre», damos a conhecer o P. Arsenio Isidoro, que trabalha até cair para o lado, literalmente.
O Evangelho das imagens [24.09.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [23.09.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [22.09.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
O Evangelho das imagens [18.09.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [17.09.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Ser padre é ser profundamente livre
Quem não o conhece dificilmente acredita que é padre. O P. João Eleutério, de 40 anos, está agora a viver em Macau, a dedicar-se ao que mais gosta: a investigação, o estudo e o ensino.
O Evangelho das imagens [16.09.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [15.09.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [10.09.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [09.09.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [08.09.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Dar alma à saúde
A importância da espiritualidade na saúde é um dado adquirido. Apoiar as pessoas doentes é a primeira função de um capelão, mas não é a única. Ser capelão é ter a possibilidade de intervir na cultura de uma casa que não pode perder a consciência da sua finalidade, que é servir as pessoas na sua integridade. Este também é um lugar de esperança. P. José Nuno, coordenador nacional das capelanias hospitalares.
O Evangelho das imagens [10.08.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
O Evangelho das imagens [07.08.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Dicionário das Escrituras
Aías, Ain, Aío, alabastro, Alcimo, aldeia, Alef.
O Evangelho das imagens [06.08.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Dicionário das Escrituras
Águia, aguilhão, Agur, Aialon.
O Evangelho das imagens [04.08.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Ser padre é maravilhoso. É tudo
Nasceu na Holanda e viveu o terror nazi. Veio para Portugal para servir Cristo e seguiu-o até à cadeia. Há mais de 50 anos que o P. Dâmaso Lambers partilha os seus dias com aqueles que a sociedade meteu atrás das grades.
O Evangelho das imagens [03.08.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [31.07.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Livro dos Provérbios
Uma mulher de valor, quem a poderá encontrar?
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Dicionário das Escrituras
Água.
O Evangelho das imagens [30.07.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Livro dos Provérbios
Vela com todo o cuidado sobre o teu coração,
porque dele jorram as fontes da vida.
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O Evangelho das imagens [29.07.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Livro dos Provérbios
A sabedoria entrará no teu coração e o conhecimento será para ti uma delícia
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O Evangelho das imagens [15.07.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Livro dos Provérbios
Ouve o pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando for velha. Adquire a verdade e não a vendas.
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Dicionário das Escrituras
Agar, agarenos, Ageu, Agripa.
O Evangelho das imagens [14.07.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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P. Sena Freitas: homem de palavra
"Em termos gerais, o catolicismo português do final do século XIX e princípios do seguinte é-nos apresentado sob o signo da decadência. E não faltam razões para isso, se olharmos à rarefacção da prática, à deficiente formação dos clérigos, às ambiguidades do enquadramento político-eclesiástico, à pouca incidência nos meios intelectuais, etc. Também não é difícil constatar que, por essas e outras razões, o regime político e o quadro cultural dominante a partir de 1910 não se ligaram positivamente ao catolicismo pátrio e internacional, mas sobretudo ao seu contrário, tentando reduzir ainda mais quer a implantação quer a influência que lhe sobrasse nos espíritos e nos costumes." Leia a aqui todo o texto de D. Manuel Clemente.
O Evangelho das imagens [10.07.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Dicionário das Escrituras
Adultério, Afec, Agabo, Agag.
Livro dos Provérbios
O que ouve a palavra com atenção encontra a felicidade; ditoso quem confia no Senhor.
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Dicionário das Escrituras
Adonibézec, Adonisédec, Adoniram, adopção, Adramélec, Adramítio, Ádria.
O Evangelho das imagens [09.07.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Edith Stein: a aproximação ao sofrimento
Uma certa piedade diz-nos que Cristo nos salva pelo seu sofrimento, ou que é preciso oferecer o próprio sofrimento. Há aí uma parte de verdade, mas é uma diminuição da linguagem. Cristo não nos salva pelo seu sofrimento, mas pela sua vida dada até ao extremo do sofrimento.
Livro dos Provérbios
A sabedoria vale mais que as pérolas, e tudo quanto há de apetecível não se lhe pode comparar.
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O Evangelho das imagens [07.07.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Dicionário das Escrituras
Adivinhação, Adma, administrador, Adonias.
Como é que se pode virar as costas?
Louis Vitale atravessou muitas vezes a linha de que fala, pôs muitas vezes o seu corpo ao serviço das suas crenças, em inúmeras manifestações, vigílias, ocupações, iniciativas de desobediência civil, sempre seguindo os princípios da resistência pacífica e da não-violência, que Vitale considera princípios franciscanos por excelência. Fê-lo tantas vezes que, ao longo da vida, já foi preso 200 ou 300 vezes, já não sabe, já lhes perdeu a conta.
Livro dos Provérbios
Os seus caminhos são deliciosos e são tranqulias todas as suas veredas.
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A inquietante proximidade de Deus
Aceita-se de bom grado que Deus esteja lá no alto, bem longe, inacessível. Que ele venha das suas terras. nasça numa das suas famílias, bem conhecida, eis o que não só surpreende como inquieta. Temos de nos abrir à evidência da proximidade de Deus.
O Evangelho das imagens [06.07.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Livro dos Provérbios
[Origem da sabedoria:] O Senhor criou-me, desde o princípio, antes que criasse coisa alguma.
Dicionário das Escrituras
Acsaf, Ada, Adad, Adão, Adam, Adar, Adasa.
O Evangelho das imagens [03.07.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Livro dos Provérbios
O temor do Senhor é o princípio da sabedoria.
O Evangelho das imagens [01.07.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [30.06.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Dicionário das Escrituras
Acampamento, Acan, Acaz, Acor, Acsa
O Evangelho das imagens [29.06.2009 - S. Pedro e S. Paulo]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Dicionário das Escrituras
Acab, acácia, Acad, acádico, Acaia.
O Evangelho das imagens [26.06.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Não apagueis o Espírito.
O Evangelho das imagens [25.06.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [24.06.2009 - Nascimento de S. João Baptista]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo ele fosse ouvido, onde estaria o olfacto?
O Evangelho das imagens [19.06.2009 - Sagrado Coração de Jesus]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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A essência do monaquismo cristão
Morrer para o mundo e para si mesmo: o primeiro movimento da vida monástica é o exílio, a solidão, que criam as condições de pura disponibilidade para a graça divina. Entrevista com Jean-François Colosimo, professor de Patrologia no Instituto de Teologia Ortodoxa de Sant-Serge, Paris.
Excertos de São Paulo
Foi para isto que fui constituído arauto e apóstolo.
Dicionário das Escrituras
Absinto, Absalão.
O Evangelho das imagens [18.06.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Dicionário das Escrituras
Abner, Abraão, Abraão (seio de).
Um Salmo a cada dia (CXLVI)
O Senhor abre aos olhos aos cegos; o Senhor levanta aos abatidos: o Senhor ama aos justos.
O Evangelho das imagens [16.06.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Dicionário das Escrituras
Abisai, abismo, Abiú, ablução.
Excertos de São Paulo
Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor; mas a maior de todas é o amor.
O Evangelho das imagens [15.06.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Uma semana com Daniel Faria (III)
Portanto farei ma escada no coração / E pelos degraus subirei da minha casa / Até bater com o pensamento no altíssmo.
Dicionário das Escrituras
Abimélec, Abinadab, Abisag.
O Evangelho das imagens [12.06.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Uma semana com Daniel Faria (II)
Homens muito dobrados pelo pensamento / Que vêm devagar como quem corre / As persianas / Para ver no escuro a primeira nascente
Dicionário das Escrituras
Abib, Abiézer, Abigaíl, Abilena.
O Evangelho das imagens [09.06.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (CXXX)
Senhor, escuta minha voz: sejam teus ouvidos atentos à voz de minhas suplicações.
Uma semana com Daniel Faria (I)
Daniel Faria escreveu no seu auto-retrato: “É um rosto com os olhos, os lábios, o pensamento, todo o retrato à procura do silêncio ressuscitado, como Sábado Santo esperando em seu coração, em sua garganta, em suas mãos, em cada sopro do barro, o canto novo (…). Eu já sabia que o lugar era a pedra, mas só depois fiz da pedra o meu lugar."
Excertos de São Paulo
Nunca nos apresentámos com palavras de adulação nem com pretextos de ambição. Nem procurámos glória da parte dos homens, nem de vós, nem de outros.
Dicionário das Escrituras
Abelha, Abiam/Abias, Abiatar.
O Evangelho das imagens [08.06.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Dicionário das Escrituras
Abdias, Abdon, Abel.
O Evangelho das imagens [02.06.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (LXXVII)
No dia de minha angústia busquei ao Senhor: minha mão estava estendida de noite, e não cessava.
Dicionário das Escrituras
Abaná, Abarim, Abbá, Abed-Nego.
Excertos de São Paulo
Para nossa vergonha o digo: como fracos nos mostramos.
Reler João Bénard da Costa
Passados os anos, essa geração de aparentes vencidos deixou a semente da liberdade de espírito e do inconformismo. E João Bénard é um exemplo de que a sementeira deu frutos, porque gerou a exigência da compreensão de que era a dignidade do ser, de que falava Sophia, a estar em causa, e não uma qualquer mera consideração de índole política. Essa meditação foi feita, aliás, há poucos meses, quando nos despedimos de António Alçada Baptista, e a verdade é que, fora da lógica estrita do poderes efémeros, ficou uma ideia de ser cristão nos tempos modernos, junto dos não-cristãos, na cidade plural.
O Evangelho das imagens [01.06.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Dicionário das Escrituras
Aarão, Aavá.
O Evangelho das imagens [29.05.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (LXXXIV)
Minha alma está desejosa, e de saudades também desmaia, pelos pátios do Senhor: meu coração e minha carne exclamam ao Deus vivente.
Etty Hillesum: Cartas 1941-1943
Disse-vos já por diversas vezes que não existem palavras ou imagens adequadas para descrever noites como esta. Ainda assim, tenho de tentar registar alguma coisa. Aqui, temos sempre a sensação de sermos os ouvidos e os olhos de um pedaço de História judaica, havendo também a necessidade de, por vezes, sermos uma pequena voz. Temos de manter-nos ao corrente de tudo o que acontece nos quatro cantos deste mundo, cada um deve dar o seu contributo para o grande mosaico estar totalmente preenchido no fim da guerra.
O Evangelho das imagens [28.05.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
O que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram, o coração do homem não pressentiu, isso Deus preparou para aqueles que o amam.
Livro de Horas de Rilke: Orações para leigos poetas e não-poetas
Chama-se «Livro de Horas» aos breviários (livro de orações usado pelos sacerdotes) destinados a leigos, contendo orações para determinados momentos do dia, como é notório, em registo poético, no primeiro livro deste volume de Rilke. Foram amplamente difundidos do século XII ao XVI e ainda hoje são conhecidos os livros de horas franceses especialmente ilustrados e ricamente adornados. Os outros dois livros deste volume do Autor apontam para a vida como peregrinação, enfrentando adversidades como a pobreza e a morte.
Evangelizar de novo
Sexta e última parte da pré-publicação do novo livro de D. Manuel Clemente. A nova evangelização do mundo vai a par com a da própria Igreja e as comunidades eclesiais são a sua primeira realização. O que se vive alastra, assim os crentes se convertam ao testemunho, à responsabilidade cívica, à solidariedade, ao amor libertador e à esperança; a credibilidade das tomadas de posição dos responsáveis eclesiais depende do que for o testemunho das comunidades cristãs que as asseverem, pois a Igreja não pode anunciar o que não vive.
O Evangelho das imagens [27.05.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (CXLIII)
Ensina-me a fazer tua vontade; pois és meu Deus: teu bom Espírito me guie por terra plana.
A nova religiosidade
Quinta parte da pré-publicação do novo livro de D. Manuel Clemente. « A questão maior posta pela nova religiosidade à fé cristã reside na alteridade divina, que aquela tende a esbater ou negar. Na busca da identificação de Deus e com Deus, é difícil estar completamente isento da sedução panteísta ou monista. Mas tal sedução manifesta-se muito na nova sensibilidade religiosa: pela consciência individual à universal, pelo conhecimento do cosmos à fusão nele mesmo. Perpassam nela o sentimento e a ideia duma humanidade de evolução e consciência unívocas.»
O Evangelho das imagens [25.05.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Manifestou-nos o mistério da sua vontade, e o plano generoso que tinha estabelecido, para conduzir os tempos à sua plenitude.
O Belo, por João Bénard da Costa
Quantas e quantas vezes eu tenho ouvido e eu próprio tenho dito, a frase: “Quando eu morrer gostaria de morrer ouvindo esta música.” Diz-se, e Jorge de Sena tem um soneto lindíssimo sobre isso, que o papa Pio XII quis ouvir, morrendo, a 7ª Sinfonia de Beethoven. Perguntar-se-à: No momento da morte haverá ainda tal apelo a coisas terrenas? Ou será que essa beleza não é da ordem das coisas terrenas mas da ordem que permite a passagem deste mundo a um outro mundo, do mundo sensível ao mundo inteligível? [ARQUIVO]
João Bénard da Costa: Esta vida não acabou aqui
Quando lhe perguntaram qual era a sua maior esperança para o futuro, respondeu: "Conhecer Deus." Assim seja.
A atmosfera pós-moderna
Quarta parte da pré-publicação do novo livro de D. Manuel Clemente. «A evangelização tem de ter em conta os contornos ambíguos da mentalidade corrente. Rovira I Belloso define como “filhas da modernidade e da pós-modernidade” a secularidade tendencialmente secularista, a liberdade sem referência a Deus e o neo-individualismo descomprometido. Mas é neste contexto que urge apresentar Deus como potenciador da realização humana e não como seu limitador.»
O Evangelho das imagens [22.05.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (LXXII)
Em seus dias florescerá o justo: e a multidão de paz, até que mais não haja lua.
A herança moderna
Terceira parte da pré-publicação do novo livro de D. Manuel Clemente. «Se tentarmos resumir as tensões entre modernidade e evangelização, poderemos enunciá-las assim, tomando-as tanto por reptos como por possibilidades: A questão cultural: Deus à custa do homem (da sua cultura), ou o homem (e a cultura) caminho para Deus?»
O Evangelho das imagens [21.05.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O caso português
Segunda parte da pré-publicação do novo livro de D. Manuel Clemente. «A mentalidade recente trouxe outros desafios ao Catolicismo, talvez mais por distração do que por contraposição. O propósito e o sentimento tornaram-se mais imediatos e inconsistentes, reagindo negativamente a propostas alargadas e objetivas.»
O Evangelho das imagens [20.05.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Como a filhos vos falo: dilatai, também vós, o vosso coração.
Pré-publicação do novo livro de D. Manuel Clemente: «1810-1910-2010. Datas e desafios»
A partir de hoje o Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura oferece aos seus leitores o capítulo “Evangelizar (n)a Cultura”. Neste primeiro artigo transcrevem-se as "Questões prévias", a que se seguirão, nos próximos dias, "O caso português”, “A herança moderna”, “A atmosfera pós-moderna”, “A nova religiosidade” e “Evangelizar de novo”.
O Evangelho das imagens [19.05.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O mais longo de todos os salmos
O Salmo 119 distingue-se pela sua extensão e por obedecer a um esquema literário mais rigoroso. Está distribuído em estrofes com oito versos cada uma e todos os versos da mesma estrofe começam pela mesma letra do alfabeto hebraico. O tema é o louvor da lei divina, abarcando toda revelação de Deus, o que há de mais sagrado e louvável no povo judaico. (Bíblia Sagrada, Difusora Bíblica)
Contributos para a leitura de «A Faca não Corta o Fogo» de Herberto Helder
A imagem do sagrado no espaço da palavra realiza-se no encontro com o extraordinário, com a beleza que é incompreensível e se distancia do quotidiano, porque essa procura-se para lá das pequenas realizações. Pelas vozes, pela língua pessoal acede o poeta àquele espaço que é o único que lhe interessa e dá sentido à procura pela palavra.
O Evangelho das imagens [13.05.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [12.05.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [24.04.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (CIV)
Quão muitas são tuas obras, ó Senhor! A todas com sabedoria as fizeste: a terra está cheia de teus bens.
O Evangelho das imagens [23.04.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [17.04.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Leitura: Ribeiros de Esperança - Intervenções pastorais para a aventura cultural do século XXI
A Editora Paulus lançou o ano passado a obra Ribeiros de Esperança – Intervenções pastorais para a aventura cultural do século XXI, da autoria de D. Carlos Moreira Azevedo, Bispo auxiliar do Patriarcado de Lisboa e Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social. Leia o prólogo e um excerto da obra.
O Evangelho das imagens [16.04.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (XCVIII)
Jubilai ao Senhor, toda a terra: de prazer exclamai, e alegres cantai, e salmodiai.
O Evangelho das imagens [15.04.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Se nós temos esperança em Cristo apenas para esta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.
O Evangelho das imagens [14.04.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [13.04.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Deixemos que a Semana Santa nos santifique na contemplação de Jesus
Nunca é de mais acentuar o contraste, evidenciado à luz do Espírito. Não somos apenas nós, os circunstantes, por estarmos aqui enquanto outros dormem ou se distraem, coisas aliás compreensíveis e correntes. É uma multidão, por esse Mundo além, que percebe que a celebração «dos ramos» é muito mais do que um ornamento primaveril e auspicioso, de contentar e levar para casa. É uma multidão que, no realismo seguro da caridade cristã, já entoa o cântico final que lhe vai no coração e acalenta a vida.
O Evangelho das imagens [08.04.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [07.04.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [06.04.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [02.04.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [01.04.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (XXI)
Tu és minha rocha e minha fortaleza: pelo que, por teu Nome, me guia e me encaminha.
O Evangelho das imagens [31.03.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [27.03.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
O que há de louco no mundo é que Deus escolheu para confundir os sábios; e o que há de fraco no mundo é que Deus escolheu para confundir o que é forte.
O Evangelho das imagens [26.03.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [25.03.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Apresentação de «Um só propósito», nova obra de D. Manuel Clemente
O Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, completa dia 25 de Março dois anos da sua entrada solene na Diocese. Para assinalar a data, vai ser apresentado, nesse dia, o livro “Um só propósito – Homilias e Escritos Pastorais em tempos de Nova Evangelização”, textos do seu magistério episcopal, nestes dois anos. Leia um dos textos da obra.
O Evangelho das imagens [24.03.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [23.03.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (LXXI)
Minha boca encha-se de teus louvores: todo o dia de tua glória.
O Evangelho das imagens [03.03.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (CII)
Meus dias são como a sombra, que declina: e eu como a erva me vou secando.
O Evangelho das imagens [02.03.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [27.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados acima das vossas forças.
O Evangelho das imagens [26.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Tratado dos Olhos de Pedro Hispano
Dentro do espírito da época, o papa João XXI deve ser considerado um dos grandes sábios do seu tempo, não obstante algumas opiniões divergentes. A Europa culta apelidou-o de Hispano, já como professor, tendo em conta a sua proveniência da Península Ibérica, a que os Romanos chamavam «Hispânia». Por outros foi designado como Pedro Lusitano ou Pedro Hispano Portugalense. Com Santo António de Lisboa ou de Pádua, Pedro Hispano é a personagem do Portugal medieval com maior projeção na Europa e no mundo.
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Um Salmo a cada dia (XXXIX)
Ouve, Senhor, minha oração, e inclina teus ouvidos a meu clamor; a minhas lágrimas não te cales: porque peregrino sou para contigo; forasteiro, como todos os meus pais.
O Evangelho das imagens [25.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
A tristeza, segundo Deus, produz um arrependimento que leva à salvação.
O Evangelho das imagens [20.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Se morrestes com Cristo para os elementos do mundo, porque é que vos submeteis a normas, como se estivésseis ainda dependentes do mundo.
O Humilde Cristo de Rouault
Georges Rouault (1871-1958) constitui uma excepção na arte do século XX: é um dos raros artistas que não só representa Cristo mas que também o confessa: “A minha arte é uma confissão ardente de fé”. A obra de Rouault é uma síntese única, no século XX, entre o sentido carnal da arte e a luz espiritual da fé. No entanto também não escapa ao movimento de renovação da imagem de Cristo que se iniciou no começo do século. O seu Cristo não é convencional; distancia-se da tradição da arte cristã quer no nível plástico quer no nível temático.
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Um Salmo a cada dia (XXXIV)
Perto está o Senhor dos quebrantados de coração: e salva os contritos de espírito.
O Evangelho das imagens [19.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [18.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum morre para si mesmo.
O Evangelho das imagens [17.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (CXXII)
Alegro-me dos que dizem: Entraremos na Casa do Senhor.
O Evangelho das imagens [13.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [12.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Que o sol não se ponha sobre o vosso ressentimento.
O Evangelho das imagens [11.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (XLII)
Porque te abates, ó alma minha, e porque te inquietas em mim? Espera em Deus.
O Evangelho das imagens [10.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Toma a peito estas coisas e persevera nelas.
Cair do cavalo e o resto...
O leitor interrogue-se sobre esta capacidade de ser cavaleiro um dia e almocreve de si mesmo toda a vida, de «ir para a Índia» e percorrer caminhos da aldeia, de traçar grandes projectos e sofrer humilhações, de viver as Missas solenes e as missas da semana, de fazer a festa do casamento e ir à praça e fazer contas todos os dias, de celebrar a profissão religiosa ou a ordenação e de fazer a «visita canónica» e a «visita pastoral», de subir as escadas da glória e de se apear de gostos pessoais que travam a oração e a acção. Há quem seja bom cavaleiro no hipódromo e na tourada, e incapaz de «descer da burra» doméstica.
O Evangelho das imagens [09.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (LVIII)
Porventura deveras falais a justiça ó Congregação? Julgais rectamente, ó filhos dos homens?
A Gravidade e a Graça de Simone Weil
O escravo é aquele a quem não é proposto qualquer bem, a não ser a simples existência, meramente vegetativa. Daí que Simone Weil sempre tenha buscado o convívio dos mais pobres, dos marginais e dos oprimidos, do mesmo modo que se propôs viver nas situações limite.
O Evangelho das imagens [05.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Todas as coisas estão a nu e a descoberto.
O quotidiano de S. João de Brito
“Tal é a minha relação para o ano de 1682. Tudo se resume nisto: não temos suporte humano em que nos possamos apoiar, opõem-se-nos reis e príncipes, os poderosos e letrados fazem quanto podem para nos expulsar; e mesmo assim, graças a uma protecção especial de Deus Nosso Senhor, que nos mantém nesta terra, nós conseguimos difundir a Sua Santa Religião.”
O Evangelho das imagens [04.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (LXXXIX)
Quem no céu pode igualar com o Senhor? Quem será semelhante ao Senhor entre os filhos dos poderosos.
O Evangelho das imagens [03.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Tudo quanto para mim era ganho, isso mesmo considerei perda por causa de Cristo.
O Evangelho das imagens [02.02.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (IV)
Deste-me alegria em meu coração.
Entrevista a Ilda David': A sombra de Paulo projectada nos mármores de Atenas
A proximidade com o texto é sempre muito subjectiva. Quando fixo uma imagem, é como se estivesse a querer escrever uma ideia para não me esquecer. Só que não a escrevo, desenho-a. Passados dias, podia fazer uma imagem diferente. O texto é tão subtil. Ainda que seja possível a discordância, ele permite fazer sempre inéditos.
O Evangelho das imagens [30.01.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Não se trata de, ao aliviar os outros, vos fazer entrar em apuros, mas sim de que haja igualdade.
O Evangelho das imagens [20.01.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [16.01.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Leitura: A verdadeira história de Jesus
Durante algum tempo - tal como demonstram os vestígios literários da elite do Império Romano -, o mundo quase não registou a crucificação de Jesus de Nazaré. É evidente que ele acabou por se tornar uma das figuras mais importantes da história da Humanidade. A nossa tarefa consiste em compreender quem foi e o que fez este homem.
Um Salmo a cada dia (CXLVIII)
O louvai, vós Sol e Lua: o louvai, todas as estrelas luzentes.
O Evangelho das imagens [14.01.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Excertos de São Paulo
Escrevi-vos, em parte, com um certo atrevimento, como alguém que vos reaviva a memória.o texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto.
O Evangelho das imagens [13.01.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (CVII)
Louvai ao Senhor, porque é bom: digam-no os que andaram desgarrados pelo deserto, por caminhos solitários.
O Evangelho das imagens [12.01.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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De Paris a Jerusalém: Diário de uma lua-de-mel extraordinária
Seis mil quilómetros a pé. Sem dinheiro. E a dois. Eis o itinerário estabelecido por Édouard e Mathilde Cortès no dia a seguir ao seu casamento, em Junho de 2007.
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O Evangelho das imagens [09.01.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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A Bíblia partilhada
Sou Eu, não tenhais medo!
O Evangelho das imagens [08.01.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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O Evangelho das imagens [07.01.2009]
Fragmento de uma das leituras do dia.
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Um Salmo a cada dia (LXXIII)
A quem outrem tenho no céu? Assim que fora de ti nada me contenta na terra.
Mapas das grandes viagens de São Paulo
Veja os mapas e as referências bíblicas das quatro grandes viagens de São Paulo.
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