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Diocese de Viana do Castelo

Jornadas Teotonianas: "25 anos em prol da cultura"

As Jornadas Teotonianas, organizadas pela paróquia de Monção, diocese de Viana do Castelo, assinalam em 2014 a sua 25.ª edição com uma reflexão sobre o contributo que a iniciativa deu à cultura, à sociedade e à Igreja.

Os encontros, dedicados ao tema "25 anos em prol da cultura", decorrem de 14 a 16 de fevereiro, às 21h00, no salão paroquial, com um programa que congrega palavra e música.

No primeiro dia o padre José Correia Vilar, professor da Universidade Católica Portuguesa, centra-se na "Cultura e seu fundamento teológico". A música será interpretada pelo coral "Lacedurium", da vila espanhola de Salvaterra, na Galiza.

Ao novo responsável pelos Jesuítas em Portugal, o padre José Frazão Correia, cabe a conferência do dia 15, sobre "Igreja e Cultura", numa sessão que conta com o coral "Deuladeu", de Monção.

A conferência de encerramento, pelo padre, historiador e professor catedrático José Marques, tem como título "S. Teotónio e a cultura no século XII". A música é do coral da paróquia de Salvaterra, Galiza.

Para o «enriquecimento» cultural que a iniciativa tem proporcionado «muito contribuíram com o seu saber ilustres figuras de todos os quadrantes culturais, sociais, políticos e religiosos, vindos de diversas partes do país», recordou o arcipreste de Monção, monsenhor Avelino Felgueiras Marques.

As jornadas, criadas pelo atual bispo de Portalegre-Castelo Branco, D. Antonino Dias, ao tempo membro do clero de Viana do Castelo, evocam a figura de S. Teotónio, considerado o primeiro santo português, nascido provavelmente em Ganfei, Valença do Minho, na diocese vianense, cerca do ano 1082.

Quando D. Crescónio, seu tio, foi nomeado bispo de Coimbra, levou-o consigo para esta cidade e confiou ao arcediago D. Telo a sua formação nas disciplinas eclesiásticas. Depois de ordenado sacerdote, foi nomeado prior da Igreja da Sé de Viseu.

Fez duas peregrinações à Terra Santa. No regresso da segunda, insistentemente convidado por D. Telo e outros dez homens de grande virtude, fundou com eles o mosteiro da Santa Cruz em Coimbra, de que foi primeiro prior, membro eminente e muito admirado, nomeadamente por S. Bernardo de Claraval. Renunciou ao cargo nos últimos anos de vida para se dedicar à vida contemplativa. Morreu em 1162, há 852 anos.

Teotónio assumiu especial protagonismo nos alvores da nacionalidade, como conselheiro de D. Afonso Henriques, que não se coibiu de admoestar, nomeadamente quando os moçárabes (cristãos que viviam sob o domínio árabe) da região de Lisboa foram reduzidos à escravidão pelo primeiro rei português.

Participou no processo político-religioso que levaria ao reconhecimento da independência do reino de Portugal pelo papa Alexandre III, em 1179.

 

Paulo Gomes
In Diocese de Viana do Castelo
Com SNPC
© SNPC | 03.02.14

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