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Prémio Árvore da Vida é agradecimento da sociedade e da Igreja a Luís Miguel Cintra

Prémio Árvore da Vida é agradecimento da sociedade e da Igreja a Luís Miguel Cintra

Imagem José Luís Ramos Pinheiro, Luís Miguel Cintra e D. Pio Alves | Fátima, 3.6.2017 | SNPC

José Luís Ramos Pinheiro, do Conselho de Gerência do Grupo Renascença Multimédia, considera que o júri do prémio Árvore da Vida-Padre Manuel Antunes «foi um humilde portador do agradecimento da sociedade portuguesa, e também da Igreja portuguesa», a Luís Miguel Cintra.

As declarações do responsável da Renascença, entidade que patrocinou as 13 edições da distinção, atribuindo ao premiado 2.500 euros, foram proferidas no final da 13.ª Jornada Nacional da Pastoral da Cultura, que este sábado debateu, em Fátima, o tema "'Out of the box': A relação dos jovens com a cultura", encontro durante o qual foi entregue o prémio ao encenador.

Os legados que Luís Miguel Cintra tem oferecido ao «teatro, poesia e a cultura portugueses são de tal forma evidentes que falam por si e dispensam descritivos dos seus atributos e contributos», afirmou, destacando que o prémio «é justíssimo».

«Há poucas palavras para descrever o que é a personalidade deste homem, que, ao longo da sua vida, teve os seus encontros e desencontros com a Igreja, e que está agora numa fase, como ele nos dizia, de uma maior religação e aproximação», assinalou.

As palavras que Luís Miguel Cintra «quis construir» no discurso de agradecimento resultam de um pensamento sobre «questões que tocam feridas da sociedade contemporânea», bem como «o conjunto de temas que têm sido caros ao papa Francisco».

«Levamos seguramente daqui não respostas, mas muitas interrogações que nos levam a pensar sobre a forma como estamos na sociedade, como elas se desenvolvem e como a Igreja consegue traduzir aquilo que é a melhor mensagem de Cristo, o amor», frisou.

Antes da entrega do prémio, Luís Miguel Cintra transmitiu ao responsável da Renascença que não iria aceitar os 2.500 euros. Apesar da insistência, o encenador também não quis indicar uma instituição para endossar a verba.

De comum acordo foi então decidido «entregar o valor do prémio ao presidente do júri, para que ele lhe dê um destino que considere adequado», revelou José Luís Ramos Pinheiro.



 

SNPC
Fonte: Renascença
Publicado em 05.06.2017

 

 
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