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Conversão ecológica, genética e explorações laborais nas conferências “Nova Ágora”, para crentes e não crentes

Nota: Por motivos de contenção, controlo e prevenção do COVID-19, o ciclo de conferências "Nova Ágora" foi suspenso.

«Por mais que tenhamos pontos de vista diversos, haverá sempre algo, ainda que desconhecido, que nos possa unir e esse ponto, por mais frágil que seja, pode ser o início de um processo, a ponte para uma transformação»: esta é a intuição subjacente às conferências “Nova Ágora”, organizadas pela arquidiocese de Braga, que em março concretizam a sexta edição.

Na primeira sessão, marcada para o dia 13, debate-se “A agonia do planeta: exigência de uma ‘conversão ecológica’”, com os professores universitários Bagão Félix, Domingos Xavier Viegas e Orfeu Bertolami.

“Medicina e saúde, à luz da genética”, com as intervenções dos docentes universitario Fernando Regateiro, Cecília Leão e Miguel Oliveira da Silva, constitui a proposta para 20 de março.

A terceira sessão, no dia 27, contará com a ministra do Trabalho, da Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, que com o professor universitário José António Pereirinha e o antropólogo Paulo Granjo falarão sobre “Precariado: novas explorações laborais”.



É preciso «dialogar melhor» com a cultura, «levar-lhe a verdade das coisas, falar-lhe da grandeza da pessoa, da beleza das coisas simples, da riqueza da transcendência»



Na sessão de apresentação da iniciativa, o P. Eduardo Duque explicou que foram convidados conferencistas que possam oferecer «visões e versões diversas dos problemas em questão», porque quando se dialoga com os outros não se encontra «somente a diversidade, mas também, e acima de tudo, a comunidade», refere uma nota enviada hoje ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.

«Nenhuma instituição sobrevive hoje fechada no seu mundo. É preciso perceber que ou nos abrimos aos outros, procurando a verdade de cada natureza, ou somos levados na enxurrada da destruição massiva das “fake news”, que golpeiam qualquer sistema por melhor estruturado que este seja», acrescentou o referente da Pastoral da Cultura da arquidiocese.

Depois de sublinhar que o projeto «tem proporcionado uma frutuosa abertura de horizontes, rasgado muitos preconceitos, trabalhado a autocrítica, apreciado o diferente», o responsável acentuou que é preciso «dialogar melhor» com a cultura, «levar-lhe a verdade das coisas, falar-lhe da grandeza da pessoa, da beleza das coisas simples, da riqueza da transcendência».

Dirigida para a comunidade «seja ela crente ou não crente, praticante ou não praticante», a Nova Ágora visa inspirar no público «a vontade de querer aprender, fazer perguntas e cultivar o seu interior», porque «sem interioridade, não será fácil encontrar a verdade e a beleza».

Os encontros, com entrada gratuita, mas sujeita a inscrição, decorrem às 21h00, no Espaço Vita, em Braga.


 

Rui Jorge Martins
Imagem: Luís Efigénio / NFACTOS / Arquivo VISÃO | D.R.
Publicado em 19.02.2020 | Atualizado em 10.03.2020

 

 

 
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