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Escolher

O fazer deve estar sempre depois do pensar.

A ação nunca deve ser impulsiva, mas sempre acompanhada de um objetivo, inserida num projeto.

Nunca por reação! Quem reage não escolhe.

A capacidade de projetar, de criar, pertence à pessoa. Saber optar é típico da pessoa consciente.

Saber escolher permite que o meu homem avance ao longo do seu caminho de crescimento psicoespiritual.

Não vale a pena determo-nos por alguma coisa que não seja importante, por maledicências, por mexericos.

Lembra-te de que tens de morrer e logo darás o sentido certo às coisas.

Quem se deixa envolver demasiado pelo exterior não tem a sua existência nas suas mãos.

Além disso, saber escolher significa que se sabe dar prioridade às coisas que deverão ser feitas ao longo da jornada, como as situações a enfrentar, as pessoas a encontrar.

Por fim, saber escolher provém de um sentimento e de uma ação segundo o nosso eu analisado, não com uma taxa reduzida de neurose pessoal e aceite.

Infelizmente, muitas pessoas não escolhem, mas delegam noutros a escolha.

Mas viver plenamente só se for como primeira pessoa!

Esta é a condição humana.

Quem não vive na primeira pessoa não pode dizer que está vivo.

Saber escolher é uma capacidade, não se pode atingir gratuitamente, mas é o resultado de um exercício, de um percurso.

Só se chega lá através da prática, mediante o exercício.

Se cresceres em conhecimento e consciência, então poderás orientar melhor as tuas escolhas.

Todos os dias, o ser humano é inserido num fluxo contínuo de escolhas.

Mesmo quem julga que não escolhe, já está a escolher: escolhe não escolher.

Muitas são as pessoas que, em vez de assumir a responsabilidade de escolher e de tomar nas suas mãos a sua própria vida, preferem delegar noutros as suas escolhas.

Mas, ao fazerem assim, não vivem.

Creem que, ao não escolher, encontram a tranquilidade; mas, na realidade, morrem.

Creio que este é o mais grave pecado de um ser humano.

Vir à terra e não viver.

A mais terrível blasfémia.

Não realizar a sua tarefa.

Escolhe! Não adies para amanhã!

As coisas fazem-se ou não se fazem!

Se não se fazem, não são feitas; não adiadas.

É preciso viver a vida; não deixar-se viver pela vida.

 

Valerio Albisetti
Psicólogo, professor universitário
In Felizes apesar de tudo, ed. Paulinas
18.11.13

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