Lisbao
Monjas Dominicanas abrem a porta à teologia, arte e economia nas "Conferências no Mosteiro" 2013/14
Teologia, arte, economia e sociologia são algumas das áreas que vão estar em debate nas "Conferências do Mosteiro" de 2013/14, organizadas pelas Monjas Dominicanas do Lumiar, em Lisboa.
"A relação: um modo quotidiano e profético de viver o Evangelho" é o tema dos nove encontros, compostos pela intervenção do orador convidado, seguida de debate, convívio e missa, refere o desdobrável da iniciativa, enviado ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
"Trindade e relação: novos modos de propor Deus" foi a conferência que o teólogo Alexandre Palma apresentou a 12 de outubro.
A 9 de novembro, José Tolentino Mendonça, pergunta: "Com que sabedoria habitaremos o coração da vida?".
"A fé vive de afetos: variações sobre um tema vital", de José Frazão, SJ, igualmente teólogo, encerra os encontros de 2013.
O novo ano abre com "O pórtico da segunda virtude", de Charles Péguy, lido e comentado pelo ator e encenador Luís Miguel Cintra.
"A caridade dá que fazer", é nome de livro e constitui uma convicção que a economista Manuela Silva vai defender a 8 de fevereiro.
O teólogo Mateus Cardoso Peres, OP fala a 8 de março sobre "Quando a fortaleza de vive na fragilidade".
No dia 12 de abril, Sara Martinho e Rita Quintela apresentam o tema "Construir uma relação igual e diversa: um testemunho".
"A caridade dá que fazer" é a proposta de Alfredo Bruto da Costa para 10 de maio.
A última conferência do ciclo, "Olhai os lírios do campo", será proferida por José Tolentino Mendonça no dia 28 de junho.
«A Fé não é um conjunto de conteúdos abstratos, nem um somatório de vivências despersonalizadas. A fé funda-se, colhe-se e reinventa-se na relação. Na relação nós somos e o outro é, mutuamente nos descobrimos e interrogamos, vivemos presenças e silêncios, saboreamos a transparência e o segredo. Não há melhor lugar para tatear o nome de Deus... ou o nosso próprio nome», lê-se no desdobrável.
As sessões, que se realizam no Mosteiro de Santa Maria, começam sempre às 15h30 e têm entrada livre.
Rui Jorge Martins
© SNPC | 02.07.13 | Atualizado em
17.06.14









