Ano da Fé
A importância do agora: os desafios de um cristianismo sapiencial (6)
O odor como aproximação a Deus: para os profetas, o perfume que mais agrada a Deus não é o dos animais imolados ou das madeiras queimadas sobre o altar dos sacrifícios, mas o próprio povo.
O perfume é também símbolo do supérfluo. Judas indigna-se com o desperdício do perfume derramado sobre Jesus; teria sido mais útil vendê-lo e dar o dinheiro aos pobres.
Mas nós precisamos dos símbolos da alegria, do dom, da alegria e do excesso. Precisamos do bem mas também do belo.
O cheiro da festa tem de encher a nossa casa neste Ano da Fé.
Sexta parte da conferência "A importância do agora: os desafios de um cristianismo sapiencial", proferida pelo padre José Tolentino Mendonça, diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, no âmbito do ciclo "Viver a Fé aqui e agora", organizado pelas Monjas Dominicanas do Lumiar (Lisboa).
5.ª parte da conferência
4.ª parte da conferência
3.ª parte da conferência
2.ª parte da conferência
1.ª parte da conferência
© SNPC | 06.12.12
Livro dos ProvérbiosIlda David'
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