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Curso

Mil anos por ouvir: a música antes e depois dos séculos XVIII e XIX

A Appleton Square, em Lisboa, vai organizar o curso “Mil anos por ouvir: A música antes e depois dos séculos XVIII e XIX”, que «pretende dar a conhecer todo um património musical que é vulgarmente desconhecido dos amantes de música clássica».

A formação, que ocorre semanalmente entre 17 de outubro e 12 de dezembro, «alternará sessões sobre música antiga e sobre música do século XX, garantindo desta forma a confrontação dos tempos e dos modos da escrita musical e dotando o ouvinte comum do léxico fundamental para a discussão musical».

O programa inclui abordagens à música sacra antiga e contemporânea e não esquece os autores portugueses.

«Para além do alargamento de horizontes que este curso constitui, pretende-se, através de um maior conhecimento da tradição musical erudita europeia, dotar o ouvinte comum de um maior leque de instrumentos para avaliação do próprio cânone musical dos séculos XVIII e XIX.»

A iniciativa, coordenada pelo musicólogo Manuel Pedro Ferreira e pelo compositor João Madureira, vai recorrer a «inúmeros exemplos musicais e do suporte de vídeo como forma de potenciar a compreensão do fenómeno musical a um público alargado, independentemente dos seus conhecimentos técnicos».

 


Programa

17 de outubro
Música antiga
Música a uma voz, do século VIII ao século XVI. Onde se trata de canto litúrgico, de trovadores, de cantares italianos, e cantores extraordinários.

24 de outubro
Música antiga
Música a várias vozes, do século IX a c. 1400. Onde se trata dos estilos improvisatórios, da polifonia de Notre Dame, das novidades do motete, de Machaut e outros mestres.

7 de novembro
Música contemporânea
Dois caminhos antagónicos: o expressionismo Alemão e o "primitivismo" Russo do início do sec. XX. Onde se dá conta da diversidade que marca o início do século através de exemplos musicais abundantes.

14 de novembro
Música contemporânea
Tradição e modernismo: a ópera italiana e o caminho francês. Reformulação ou invenção? As respostas de Debussy e Ravel. A música de Messiaen: um primeiro momento de síntese após a diversidade estilística da primeira metade do sec. XX, onde se fará um balanço da produção musical do século XX.

21 de novembro
Música antiga
A polifonia sacra, de c. 1430 a 1670. Onde se falará de muitos, enormes compositores europeus, incluindo portugueses.

28 de novembro
Música antiga
Polifonias profanas e monodia acompanhada. Onde se falará de cortes principescas, de associações intelectuais, de humanismos e do nascimento da ópera.

5 de dezembro
Música contemporânea
Os filhos de Messiaen: Pierre Boulez, Karlheinz Stockhausen, Luciano Berio, Luigi Nono e György Ligeti. A grande explosão estilística do terceiro quartel do sec. XX. O caso português: Lopes-Graça, Emmanuel Nunes.

12 de dezembro
Música contemporânea
espectrais, minimais e radicais. A música depois de 1970. A nova geração de compositores portugueses. O estado  da arte na música dos nossos dias.

 

Rui Jorge Martins
© SNPC | 02.10.11

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