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Obras sobre Regra de Santa Clara e Frei Bartolomeu dos Mártires receberam prémios de historiografia

Imagem Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Coimbra | D.R.

Obras sobre Regra de Santa Clara e Frei Bartolomeu dos Mártires receberam prémios de historiografia

Maria José Azevedo Santos recebeu esta quarta-feira, em Lisboa, o prémio Joaquim Veríssimo Serrão, apoiado pela Fundação Engenheiro António de Almeida, no valor de 2 500 euros, pela obra “As regras da regra – Santa Clara – Códice do século XVI”.

A distinção referente à investigação publicada em 2015 pela Imprensa da Universidade de Coimbra foi entregue esta quarta-feira, em sessão solene realizada na Academia Portuguesa de História, durante a qual foram entregues oito galardões.

Professora catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, a autora dirige o Arquivo da Universidade e é investigadora e diretora da Linha de Estudo e Publicação de Fontes, do Centro de História da Sociedade e da Cultura.

A investigadora é também correspondente da Academia Portuguesa da História, sócia fundadora da Sociedade de Estudos Medievais e membro eleito do Comité International de Paléographie Latine.

Entre os vários livros de Maria José Azevedo Santos, ex-vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra, incluem-se “Vida e morte de um mosteiro cisterciense - S. Paulo de Almaziva” e “D. Isabel de Aragão – Rainha Santa (1270(?) - 1336)”.

Na mesma cerimónia, António Franklim Sampaio Neiva Soares recebeu o prémio Pedro da Cunha e Serra, para a área dos estudos de Onomástica, Antroponímia ou Arabismo, no valor de 500 euros, pelo ensaio “D. Frei Bartolomeu dos Mártires. Visitações pastorais pessoais na arquidiocese primaz de Braga (1559-1582)”, publicado em 2014 pela arquidiocese bracarense.

Sacerdote católico da arquidiocese bracarense, o autor licenciou-se com a tese “A arquidiocese de Braga no século XVI: as visitas pastorais” (1972) e obteve o doutoramento em História Moderna e Contemporânea (1993), com base no qual publicou a dissertação “A arquidiocese de Braga no século XVII (1550-1700): Sociedade e mentalidades pelas visitações pastorais”.

Em 2008 recebeu o prémio Joaquim Veríssimo Serrão, o mesmo atribuído ontem a Maria José Azevedo Santos, pela obra “Correspondência de António Rodrigues Santiago, precedido de um estudo genealógico”.

Integra atualmente o conselho de assessores do Instituto de História e Arte Cristãs, fundação cultural da arquidiocese de Braga, apoiada na extensão bracarense da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa e no Seminário Conciliar de S. Pedro e S. Paulo, da mesma arquidiocese.

 

Rui Jorge Martins
Publicado em 03.12.2015

 

 
Imagem Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Coimbra | D.R.
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