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Novas igrejas de todos os tempos: Quaresma, crucifixo em espelhos

Imagem Crucifixo em espelhos, Luiz Cunha, 1967 | Foto: Paulo Miranda, 2009 | D.R.

Novas igrejas de todos os tempos: Quaresma, crucifixo em espelhos

Tema: Arte

Jesus Cristo crucificado é uma escultura em espelhos, da autoria do arquiteto Luiz Cunha, para a Igreja de Nossa Senhora de Fátima, Póvoa do Valado/Mamodeiro, também de sua autoria, em Aveiro (1967).



ImagemJesus Cristo crucificado em espelhos, det. | Luiz Cunha, 1967 | Igreja de Nossa Senhora de Fátima, Póvoa do Valado/Mamodeiro, Aveiro (Luiz Cunha, 1967) | Foto: João Alves da Cunha, julho 2010 | D.R.

Nesta Cruz à escala humana, podemo-nos rever, nós próprios, e todos os que nos rodeiam na assembleia. Na inauguração (13.10.1968), D. Manuel de Almeida Trindade, bispo de Aveiro, afirmou: «Num Cristo feito de espelhos, mesmo sem querer, sentimo-nos projetados; o reflexo da nossa imagem na superfície do corpo de Cristo é convite a uma reflexão de ordem superior».



ImagemCrucifixo em espelhos sobre o Santuário e no centro da assembleia | Igreja de Nossa Senhora de Fátima, Póvoa do Valado/Mamodeiro, Aveiro (Luiz Cunha, 1967) | Foto: Paulo Miranda, agosto 2009 | D.R.

É sobretudo neste tempo fulcral da Quaresma, de reflexão e conversão, um tempo para pararmos e meditar, que este Cristo crucificado nos permite ver melhor, a Ele e a nós. São significativas e profundamente atuais as palavras do autor: «Lembrar que cada um de nós é outro Cristo na terra, e é desse modo que nos devemos considerar uns aos outros».



ImagemIgreja de Nossa Senhora de Fátima, Póvoa do Valado/Mamodeiro, Aveiro (Luiz Cunha, 1967) | Foto: Paulo Miranda, agosto 2009 | D.R.

 

Arq.º Paulo Miranda
Publicado em 26.02.2015

 

 
Imagem Crucifixo em espelhos, Luiz Cunha, 1967 | Foto: Paulo Miranda, 2009 | D.R.
Este Cristo crucificado em espelhos permite-nos ver melhor, a Ele e a nós. São significativas e profundamente atuais as palavras do autor: «Lembrar que cada um de nós é outro Cristo na terra, e é desse modo que nos devemos considerar uns aos outros»
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