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7.ª Jornada da Pastoral da Cultura

«É natural que se pergunte à cultura o que sabe ela sobre a fraternidade», diz Lídia Jorge

«É natural que se pergunte à cultura o que sabe ela sobre a fraternidade e, mais do que aquilo que sabe, aquilo que pode”, disse Lídia Jorge na intervenção durante a 7.ª Jornada da Pastoral da Cultura, que decorre hoje em Fátima.

A escritora salientou que o retrato da realidade feito pela cultura passa pelo «assombro e pelo espanto» e referiu que ela anteviu a criação de ambientes semelhantes a «sombras e holocaustos».

«Quando pensávamos que o progresso era ilimitado, que os estados seriam parceiros e amigos da vida, os bancos um cofre inesgotável, a juventude o futuro que não conhecia decadência, o cartão de identidade um documento dispensável substituído por um cartão de crédito, que as fronteiras seriam abolidas, de súbito tudo se alterou», apontou.

Lídia Jorge deixou uma nota de confiança: «O homem esperançoso confunde a causa dos outros com a sua. É a certeza que este futuro existe que nos dá confiança».

FotoLídia Jorge na Jornada da Pastoral da Cultura

 

Lígia Silveira / Rui Martins
Agência Ecclesia / SNPC
17.06.11

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