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Poemas de Sophia de Mello Breyner por Luísa Cruz

Ondas

Onde - ondas - mais belos cavalos
Do que estes ondas que vós sois
Onde mais bela curva do pescoço
Onde mais bela crina sacudida
Ou impetuoso arfar no mar imenso
Onde tão ébrio amor em vasta praia?

 

Sobre um desenho de Miguel Ângelo

Do caos humano, confuso e hostil,
Sobe milagroso o teu perfil
O mais claro ensinamento.

O olhar procura
O mais profundo fundo
O mais longínquo além.
O nariz sente e respira
Cada exalação da vida
E a boca renuncia.

 

E ainda: "Reza da manhã de maio", "Não te esqueças", "Estátua de Buda", "O dia", "Os biombos Nambam", "Cartas a Jorge de Sena", "Tudo é nu e as estátuas ressuscitam", "Poema de geometria e de silêncio", "Cidade", "Pudesse eu não ter laços nem limites", "Paisagem", "25 de abril", "Inscrição".

 

 

 

© SNPC | 21.03.13

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FotoSophia de Mello Breyner

 

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