
Transparências
«Estive na prisão e fostes ter comigo.» (Mt 25, 36)
Poderá uma prisão ser de vidro? Poderá a arquitectura, a transparência do vidro, o cuidado humano dos espaços, serem relevantes, regeneradores, na vida dos reclusos?
A dignidade da pessoa humana não pode parar em muros e barreiras.
A prisão enquanto pena, castigo, exclusão? Ou crescimento, confiança, reinserção?
A arquitectura enquanto estrutura de reconhecimento da dignidade humana e de crédito no valor de seres humanos que cairam em falta.
«O Concílio recomenda a reverência para com o homem, de maneira que cada um deve considerar o próximo, sem excepção, como um 'outro eu', tendo em conta, antes de mais, a sua vida e os meios necessários para a levar dignamente.» (Vaticano II, Gaudium et Spes 27).
Para saber mais consulte estes «sites»::
www.hohensinn-architektur.at/
www.big.at/
Arq. J. Paula
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