
Taxistas e motoristas de autocarros invocam a protecção de São Cristóvão
Há quinze anos a trabalhar como taxista, António Guimarães foi um dos motoristas profissionais que no dia 25 de Julho participaram na comemoração do dia de S. Cristóvão, padroeiro dos condutores. “É o nosso padroeiro e venho pedir-lhe protecção”, revelou António Guimarães ao ‘Correio do Minho’, no final da eucaristia celebrada na capela de S. João, no Parque da Ponte, Braga. António Guimarães é já presença habitual nesta celebração. Confessa que se sente mais protegido depois desta eucaristia. “Até agora tem dado resultado, pois não tive acidentes”, argumenta.
A comemoração do dia de S. Cristovão assume essencialmente uma vertente religiosa, sendo a sua organização assumida pelo Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal.
Como já vem sendo tradição, a concentração das viaturas — na grande maioria taxistas, mas também alguns motoristas de autocarros — ocorreu em frente à central de camionagem de Braga, por volta das sete e meia da manhã. Em cortejo, os motoristas dirigiram-se ao parque da Ponte, desfilando por algumas artérias centrais da cidade: ruas da Escoura, do Carvalhal, de Santo André, de Santo André e de S. Gonçalo, Avenida Central e Avenida da Liberdade.
A Missa começou pontualmente às 8 horas. Foi uma celebração rápida, mas no final ainda houve tempo para o padre benzer as viaturas presentes, no exterior da capela. Os presentes receberam ainda um porta-chaves com uma medalhinha de S. Cristovão embutida, para que o santo os acompanhe no dia-a-dia. António Guimarães e os outros motoristas presentes partiram com a vontade de voltar a participar para o ano.
Marlene Cerqueira
27.07.2008
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