Ano da Fé
A importância do agora: os desafios de um cristianismo sapiencial (4)
Uma aproximação à espiritualidade do olhar a partir do texto evangélico Marcos 8, 22-26.
«Chegaram a Betsaida e trouxeram-lhe um cego, pedindo-lhe que o tocasse. Jesus tomou-o pela mão e conduziu-o para fora da aldeia. Deitou-lhe saliva nos olhos, impôs-lhe as mãos e perguntou: "Vês alguma coisa?" Ele ergueu os olhos e respondeu: "Vejo os homens; vejo-os como árvores a andar." Em seguida, Jesus impôs-lhe outra vez as mãos sobre os olhos e ele viu perfeitamente; ficou restabelecido e distinguia tudo com nitidez. Jesus mandou-o para casa, dizendo: "Nem sequer entres na aldeia".»
Precisamos criar uma intimidade com Jesus, sentir que ele nos leva pela mão para fora da nossa aldeia e que estamos a sós com ele. Um Padre do Deserto dizia: «se tu não dizes "eu e Deus estamos sós", nunca terás paz».
Precisamos também dos segundos encontros, das segundas conversões, das segundas leituras. Não chegamos a um olhar límpido se não for à segunda vez, e às vezes à centésima.
Quarta parte da conferência "A importância do agora: os desafios de um cristianismo sapiencial", proferida pelo padre José Tolentino Mendonça, diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, no âmbito do ciclo "Viver a Fé aqui e agora", organizado pelas Monjas Dominicanas do Lumiar (Lisboa).
3.ª parte da conferência
2.ª parte da conferência
1.ª parte da conferência
© SNPC | 29.11.12
Livro dos ProvérbiosIlda David'
A importância do agora: os desafios de um cristianismo sapiencial (3) | VÍDEO |
A importância do agora: os desafios de um cristianismo sapiencial (2) | VÍDEO |
A importância do agora: os desafios de um cristianismo sapiencial (1) | VÍDEO |








