Confiar na vida diante da morte
Desde o princípio do tempo que a taxa de mortalidade do género humano tem sido um perfeito 100%. A única interrogação para cada um de nós é “quando”, e não “se”.
Para que não esqueçamos a nossa mortalidade, a vida lembra-o de tempos a tempos. Adoecemos, entramos em depressão, perdemos os nossos amados, experimentamos alterações dramáticas no curso dos acontecimentos. E sentimos que podemos morrer, ou chegamos mesmo a desejar que tal suceda.
Em todas estas circunstâncias, a ressurreição de Jesus fala eloquentemente: Apesar de parecer, não é o fim. Fomos concebidos para muito mais do que o sofrimento e a morte.
Deus não inflige problemas e sofrimentos em nós mas, de maneiras que muitas vezes não compreendemos totalmente, permite essas ocorrências para um propósito mais amplo ainda está por revelar. De certa maneira, tudo o que nos sucede pode tornar-se positivo a longo termo, se confiarmos na promessa de vida que Deus nos faz e, depois, permanecermos abertos a enfrentar as inevitáveis dores e infortúnios da existência com a sua ajuda.
Se estivermos com Deus, todos os acontecimentos e todos os dias terão um propósito. Confie nisto e a sua própria entrada na ressurreição de Cristo começará agora mesmo e tornar-se-á, dia a dia, cada vez mais próxima.
Mons. Dennis Clark
In Catholic Exchange
Trad. / adapt.: rm
© SNPC (trad.) |
25.04.11
Fra Angélico (det.)






