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Jornada da Pastoral da Cultura

O elogio da Fraternidade por D. Manuel Clemente

«A fraternidade exclui dois despistes, que foram muito frequentes do séc. XIX para a atualidade: a massificação e o individualismo».

«Quando eu massifico e penso em termos de abstração em relação aos meus contemporâneos, não estou a reconhecer nenhum deles. Da mesma maneira, se eu me olho atomisticamente, apenas como um desejo individual, e aos outros da mesma maneira, então só posso ter sentimentos de concorrência ou, quando muito, armistícios sucessivos para não nos incomodarmos tanto.»

«Na Doutrina Social da Igreja, a fraternidade conjuga subsidiariedade e solidariedade. Ser subsidiário é ter em relação ao outro um olhar que o promova, que o incite, que o faça ser o que pode ser, e tanto quanto possível, por si. Demora. A fraternidade não é apressada. E a prova é que ainda estamos muito no princípio quanto a este capítulo.»

Excertos da intervenção do presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais na mesa-redonda “O elogio da Fraternidade”, durante a 7.ª Jornada da Pastoral da Cultura.

 

 

 

© SNPC | 02.07.11

D. Manuel Clemente

 

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