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Passado, presente, futuro: como viver o tempo?

Vive intensamente o presente.

Enfrenta corajosamente a vida e não permitas que as dificuldades perturbem o teu fundo de serenidade.

Vive agora, já.

Intensamente.

Ao prosseguires o longo caminho para a paz interior, evita permanecer em perene conflito para tomar uma decisão, para fazer uma escolha.

É preciso viver o momento presente.

Prestar atenção às coisas diárias simples, e vivê-las com grande paixão.

Habituamo-nos a pensar sempre na situação que há de vir; por exemplo, pensa-se na noite em que se irá jantar fora com o parceiro, imagina-se de que modo acontecerá; ou, então, durante a semana, pensa-se no domingo, quando se for jogar golfe, nos resultados a que se chegará... Mas, depois, quando estivermos a cear ou a jogar golfe, precisamente nesses momentos, estaremos a pensar em como acabará o serão ou o que se fará depois da partida de golfe.

Nunca estamos parados no momento presente, na vivência da situação.

Com o tempo, perderemos a capacidade de viver intensamente, de viver com paixão.

Nunca conheceremos a serenidade. E, muito menos, a paz interior.

Não nos realizaremos verdadeiramente.

Na realidade, não teremos vivido.

Muitas vezes, no chamado tempo livre, em vez de se relaxar e de ter uma relação serena e libertadora com a natureza, o ser humano continua a pensar nos problemas de casa, de trabalho, etc.

Assim, não se vive na realidade, mas sempre na cabeça.

Deve-se viver o momento presente porque é o único que nos é concedido.

Perder-se no momento presente, excluindo o passado e o futuro que ainda não é.

Fugir do presente pode também ser um modo de fugir das suas responsabilidades.

Finalmente, ter medo do futuro não ajuda a enfrentá-lo melhor.

E mais: também cria alarme, ansiedade e angústia.

Apenas serve para amedrontar-nos.

Não há um momento certo para viver o presente.

O momento certo é viver agora!

Como diz a palavra «passado», o passado já não existe.

Porquê, voltar a ele?

Talvez por medo de viver o presente, para não assumir a responsabilidade de uma escolha.

O passado só pode acompanhar-nos ao longo da nossa viagem da vida.

Temos de fazer as pazes com o nosso passado.

Isto não significa que não o recordemos.

Só não podemos tê-lo diante de nós, porque nos paralisaria!

Não nos deixaria viver.

O truque é mantê-lo ao nosso lado.

Deste modo, tornar-se-á nosso aliado, ajudar-nos-á a não repetir os erros já cometidos.

 

Valerio Albisetti
Psicólogo, professor universitário
In Felizes apesar de tudo, ed. Paulinas
14.11.13

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