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Lisboa

25.ª Temporada de Música em São Roque: concertos gratuitos privilegiam compositores portugueses de obras sacras

Começa esta sexta-feira, em Lisboa, a 25.ª Temporada de Música em São Roque, composta por 10 espetáculos que privilegiam a música de autores portugueses ou de expressão portuguesa.

Pela primeira vez, o mosteiro de Santos-o-Novo e a igreja do Convento da Encarnação abrem portas aos concertos, estando previstas visitas guiadas a estes espaços.

A iniciativa, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, conta com a assessoria musical do maestro Filipe Carvalheiro.

Obras de D. Pedro de Cristo e D. Pedro da Esperança, autores dos séculos XVI e XVII, bem como vilancicos sacros inéditos do mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, integram o concerto de abertura, interpretado pelo Coro Gulbenkian a partir das 21h30, na igreja de São Roque.

No sábado, o mesmo templo acolhe, igualmente às 21h30, o Americantiga Ensemble e o Coro Olisipo, que dão voz à música policoral da Capela Real e Patriarcal de Lisboa no séc. XVIII, com peças de José Joaquim dos Santos, João Rodrigues Esteves, Giovanni Giorgi, José Alves, André da Silva Gomes, Theodoro Cyro de Souza e José Maurício Nunes Garcia.

Este domingo o Grupo Vocal Olisipo e Ana Zanatti interpretam e declamam obras de Frei Manuel Cardoso, Antero de Quental, Almada Negreiros, Eugénio de Andrade, Yvette Centeno, Duarte Lôbo, Hélder Macedo, Sophia de Mello Breyner, António José Forte e José Saramago.

O concerto “A doce irmã do sono” decorre no mosteiro de Santos-o-Novo, a partir das 15h30. Uma hora antes está prevista a visita guiada ao espaço, reservada às primeiras 30 pessoas presentes.

No dia 16, às 21h30, a igreja de São Roque recebe o EnsembleMPMP, com obras sacras de Marcos Portugal e o “Te Deum para Vozes Solistas, Coro e Orquestra”, de D. Pedro IV de Portugal.

A 23 de novembro são executadas, em primeira audição moderna mundial, as “Vésperas Solenes para o Nascimento de São João Baptista para a Igreja de São Roque”, conjunto de peças de Pedro António Avondano, Giovanni Giorgi, Antonio Tedeschi e Estêvão Lopes Morago interpretadas pelo Ludovice Ensemble. Será às 21h30, na igreja de São Roque.

No dia seguinte, a 24 de novembro, o grupo vocal Capella Duriensis apresenta música sacra e profana de Portugal dos sécs. XVI e XVII. Frei Manuel Cardoso, João Lourenço Rebelo e Damião de Góis são alguns dos autores que podem ser ouvidos às 15h30 no mosteiro de Santos-o-Novo.

No dia 30 o coro Voces Caelestes propõe “As paixões de Guimarães”, no convento da Encarnação. O concerto, antecedido de uma explicação prévia sobre o espaço, oferece obras de compositores do século XVI que evocam as narrativas da Paixão de Jesus Cristo segundo os evangelistas Mateus e João.

A iniciativa termina a 1 de dezembro com peças de Joly Braga Santos, Mozart e Bach, interpretadas na igreja de São Roque, às 15h30, pelo coro e orquestra da Escola de Música do Conservatório Nacional.

A entrada é livre e gratuita, estando sujeita à disponibilidade de lugares, podendo os ingressos ser adquiridos na bilheteira do Museu de São Roque e nos locais dos concertos no próprio dia.

Desde 1988, a Temporada de Música em São Roque deu palco a mais de 1400 obras clássicas e contemporâneas, algumas delas em estreia mundial.

 

Rui Jorge Martins
© SNPC | 05.11.13

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Igreja de S. Roque
Lisboa

 

 

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