Espiritualidade
Viver no aberto de Deus e do mundo (IV)
Mesmo no aberto precisamos de um centro. O «pleno vento» não é o nada nem o ninguém. Os labirintos que na Idade Média se construíam no interior das igrejas são a imagem do nosso quotidiano. Podemos bater em muros que nos conduzem a lugar nenhum mas sabemos que estamos chamados à centralidade.
Quarta parte da intervenção do diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, padre José Tolentino Mendonça, na conferência “No aberto de Deus e do mundo”, realizada a 23 de junho de 2012 no Mosteiro das Monjas Dominicanas do Lumiar, em Lisboa.
© SNPC | 11.09.12

Viver no aberto de Deus e do mundo (I)
Viver no aberto de Deus e do mundo (II)
Viver no aberto de Deus e do mundo (III)
Monjas Dominicanas convocam cultura e espiritualidade para conferências sobre a fé








