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Itália

Pelo sinal da Cruz: arte antiga e contemporânea em diálogo

Por ocasião do quarto centenário da morte do P. Matteo Ricci (Macerata, Itália, 1522 – Pequim, China, 1610), jesuíta missionário que fez do diálogo entre as culturas o eixo da sua missão, a Fundação Cultural San Fedele, de Milão, organiza a exposição “No sinal da Cruz”.

O núcleo da mostra é uma grande cruz idealizada pelo escultor japonês Hidetoshi Nagasawa, que interpretou na sua visão de artista oriental um motivo central da espiritualidade ocidental.

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A obra, realizada em mármore branco de Carrara, é composta por oito braços, cada qual tendendo de um lado para o solo e do outro para o alto, representando a ligação entre humano e divino e, ao mesmo tempo, a união entre as diversas culturas do mundo.

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A Cruz de Nagasawa é colocada em diálogo com um antigo crucifixo em bronze dourado, conservada hoje na Igreja de San Fidele, mas originalmente pertencente à igreja de Santa Maria della Scala, igualmente em Milão.

Cruz

A mostra é inteiramente dedicada ao tema da Cruz, que entre outros elementos simboliza a noções de re-ligar e unir. Estes conceitos são fundamentais para compreender o estilo do P. Matteo Ricci, para quem a missão não se traduzia numa estratégia de conquista ou de ocupação de um território mas numa relação de acolhimento recíproco e de amizade.

Matteo RicciP. Matteo Ricci

A exposição inclui documentos e obras antigas pertencentes à memória espiritual e cultural da Companhia de Jesus, bem como trabalhos de autores contemporâneos. A mostra ficará patente até 6 de Março.

 

© SNPC | 18.02.10

Cruz

 

 

 

 

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